Três anos depois do ótimo Folklore And Superstition, o quarteto de Kentucky está de volta com um álbum que dividiu os fãs. Muita gente gostou, mas muita gente odiou esse novo trabalho dos caras. Com uma sonoridade mais pop, a banda chega agora ao seu terceiro cd, com produção de Howard Benson, que produziu Motorhead, P.O.D e Sepultura.
O cd até começa bem com as boas "White Trash Millionaire", "Killing Floor" e "In My Blood", mas a partir da quinta faixa, "Won't Let Go" começa a mistura entre baladas e músicas pesadas e isso desagradou muitos fãs que esperavam um cd que mantivesse o peso dos dois primeiros àlbuns.
As baladas não são ruins, como por exemplo "Stay" e "All I'm Dreaming Of", faixa que encerra o cd. São boas músicas, mas não são nenhuma "Things My Father Said" ( faixa do 2º cd, Folklore and Sperstition).
Depois de dois ótimos àlbuns, esperava-se mais desse novo trabalho.Não que o cd seja ruim, coisa que certamente não é, mas comparando com os trabalhos anteriores esse novo trabalho fica aquém do que a banda fez até agora e que é o que fez fama dos caras.
domingo, 17 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Crítica X-Men: Primeira Classe
Tá ai um filme que me surpreendeu. Quando anunciaram que esse filme seria feito, fiquei com os dois pés atrás, já que me decepcionei bastante com os dois últimos longas da franquia ( X-Men: O Confronto Final e o terrível X-Men Origens: Wolverine) e tinha medo que esse longa também manchasse o nome da franquia, mas o diretor Matthew Vaughn apostou ao fazer um reboot da saga dos mutantes. Foi uma aposta arriscada, mas que no final se mostrou certeira.O filme é centrado na formação dos X-Men e o início da amizade entre Charles Xavier & Erik Lensherr, que mais tarde se tornaria o vilão Magneto, e o filme o tempo todo mostra essa diferença entre os dois. Enquanto Charles é mais, digamos "festeiro", Erik é mostrado como um jovem cheio de ódio pelo o que lhe acontece na sua infância e que busca vingança pelo o que fizeram a ele. Essa interação se deve graças ao excelente trabalho dos dois atores( James McAvoy e Michael Fassbender) que representaram dois ícones dos quadrinhos: Xavier e Magneto, respectivamente. Fassbender, aliás, faz de seu Magneto um dos melhores vilões surgidos nos últimos tempos. Incorporando elementos do Magneto, interpretado por Sir Ian McKellen na trilogia inicial, ele acerta ao mostrar o vilão como um jovem que ainda não sabe a extensão do seu poder.
A maneira com que Xavier descobre haver outros mutantes como ele, quando somos apresentados a outro mutante bastante conhecido dos quadrinhos, Hank McCoy,também conhecido como Fera, é bem interessante e nesse momento em que os dois amigos começam a procurar por outros mutantes, temos uma ponta de um mutante bastante adorado por fãs. Os outros membros dos X-men também merecem destaque, como Jennifer Lawrence (indicada ao Oscar desse ano por Inverno da Alma) que interpreta a mutante transforma Mística. A relação entre ela e Charles, é outro ponto forte do longa. Enquanto Xavier quer que a jovem tente se misturar as pessoas "normais",Lensherr faz o caminho inverso: Ele influencia Mística a aceitar a sua verdadeira forma.
As cenas de ação são de tirar o fôlego, em especial a cena final ( claro q não vou dizer qual é). Digamos que Magneto mostra por que ele é um dos maiores vilões do univverso Marvel. Outro ponto forte do longa foi a de se usar a crise entre EUAx Rússia nos anos 60 como pano de fundo para a história. Além de desenvolver a história dos mutantes, o clima que rondava o país naquela época serve para criar uma certa tensão no longa.
Depois do lançamento de Batman: O Cavaleiro das Trevas, os filmes sobre quadrinhos alcançaram um novo patamar e esse novo X-Men facilmente se enquadra na lista de melhores filmes sobre quadrinhos junto com o longa do morcegão, pois é um filme que agrada não só a fãs, mas também quem nunca leu nada a respeito dos mutantes.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Crítica Thor
Confesso que esperava mais desse filme. Como parte de preparação para um dos filmes mais aguardados de 2012,Os Vingadores, a Marvel resolveu dessa vez, fazer algo diferente das últimas produções da casa das idéias ( como é chamado o estúdio) que focaram mais a parte científica. Esse Thor, por outro lado vai mais para o fantasioso,para o lado mágico.
O filme, conta a história de Thor, filho de Odin, que é o príncipe de Asgard. Graças a um plano de seu meio-irmão Loki, ele é banido por seu pai e vai parar na Terra. Sem poderes ( incluindo aí o seu poderoso martelo Mijolnir) ele tem que se auto-descobrir a fim de reaver seu poder novamente.
No que diz respeito aos cenários, as partes do filme que se passam em Asgard são excelentes. Com uma excelente cenografia e figurinos, o diretor Kenneth Branagh criou um ótimo espetáculo visual. Porém, quando o filme sai de lá e começa a se passar na Terra, aí é que a coisa desanda. Apesar do esforço da talentosíssima Natalie Portman, as partes digamos "terrenas" do longa começam a ficar sem graça, devido as piadas da personagem de Kat Dennings.
Quanto as cenas de ação, volto a frisar... as cenas asgardianas são de tirar o fôlego, e merece destaque também a cena de luta entre os 3 guerreiros e o gigante Destrutor. O diretor poderia ter investido mais na ação, fazendo cenas que mostrassem realmente o verdadeiro poder de Thor. O filme peca bastante nesse aspecto.
Quanto as atuações, destacam-se claro, Sir Anthony Hopkins que, mais uma vez rouba a cena como Odin, além de Natalie, que fez bem o papel da cientista Jane Foster. Já o ator Chris Hemsworth, que interpreta o protagonista da trama, fez bem o seu papel, mas acho que o Deus do trovão deveria ser interpretado por Zakk Wylde ( ex-guitarrista da banda de Ozzy Osbourne) já que ele preenche todos os requisitos para ser um verdadeiro Viking. Faltaram também, diálogos mais rebuscados assim como o dos quadrinhos, visto que essa é uma marca registrada de Thor. Vale a pena destacar também a participação especial de Jeremy Renner no papel do Gavião Arqueiro.
Comparando com os filmes anteriores da Marvel, Thor está longe de ser um Homem de Ferro, digamos que está mais para um Quarteto Fantástico melhorado. Poderia ter sido melhor, mas vamos esperar que o próximo filme da casa de idéias, O Primeiro Vingador: Capitão América possa colocar novamente as coisas nos eixos, senão ficará difícil de se ter uma boa expectativa para o filme dos Vingadores.
O filme, conta a história de Thor, filho de Odin, que é o príncipe de Asgard. Graças a um plano de seu meio-irmão Loki, ele é banido por seu pai e vai parar na Terra. Sem poderes ( incluindo aí o seu poderoso martelo Mijolnir) ele tem que se auto-descobrir a fim de reaver seu poder novamente.
No que diz respeito aos cenários, as partes do filme que se passam em Asgard são excelentes. Com uma excelente cenografia e figurinos, o diretor Kenneth Branagh criou um ótimo espetáculo visual. Porém, quando o filme sai de lá e começa a se passar na Terra, aí é que a coisa desanda. Apesar do esforço da talentosíssima Natalie Portman, as partes digamos "terrenas" do longa começam a ficar sem graça, devido as piadas da personagem de Kat Dennings.
Quanto as cenas de ação, volto a frisar... as cenas asgardianas são de tirar o fôlego, e merece destaque também a cena de luta entre os 3 guerreiros e o gigante Destrutor. O diretor poderia ter investido mais na ação, fazendo cenas que mostrassem realmente o verdadeiro poder de Thor. O filme peca bastante nesse aspecto.
Quanto as atuações, destacam-se claro, Sir Anthony Hopkins que, mais uma vez rouba a cena como Odin, além de Natalie, que fez bem o papel da cientista Jane Foster. Já o ator Chris Hemsworth, que interpreta o protagonista da trama, fez bem o seu papel, mas acho que o Deus do trovão deveria ser interpretado por Zakk Wylde ( ex-guitarrista da banda de Ozzy Osbourne) já que ele preenche todos os requisitos para ser um verdadeiro Viking. Faltaram também, diálogos mais rebuscados assim como o dos quadrinhos, visto que essa é uma marca registrada de Thor. Vale a pena destacar também a participação especial de Jeremy Renner no papel do Gavião Arqueiro.
Comparando com os filmes anteriores da Marvel, Thor está longe de ser um Homem de Ferro, digamos que está mais para um Quarteto Fantástico melhorado. Poderia ter sido melhor, mas vamos esperar que o próximo filme da casa de idéias, O Primeiro Vingador: Capitão América possa colocar novamente as coisas nos eixos, senão ficará difícil de se ter uma boa expectativa para o filme dos Vingadores.
domingo, 15 de maio de 2011
Resenha Foo Fighters- Wasting Light
Quatro anos após o lançamento do cd Echoes, Silence, Patience & Grace Dave Ghrol & cia estão de volta com o melhor álbum da carreira do Foo Fighters. Cercado de muita expectativa, tanto por parte da imprensa, como dos fãs, afinal trata-se da reunião os sujeitos responsáveis pelo álbum mais significativo dos anos 90 (Nevermind do Nirvana) Dave Ghrol, Krist Novoselic e o produtor Butch Vig. O álbum tem influências dos projetos que Ghrol andou participando como por exemplo o Queens of The Stone Age e o mais recente Them Crooked Vultures. Esqueça o papo de Ghrol que disse que o cd teria uma sonoridade de grupos como o ABBA, que ele andava escutando bastante. Logo na primeira faixa, "Burning Bridges" a banda mostra a que veio. A faixa tem uma sonoridade semlhante a do álbum One By One de 2002. A música seguinte, "Rope" lembra bastante o som do Queens of The Stone Age. O álbum segue, com a faixa "Dear Rosemary" que é uma música típica do Foo Fighters que caberia facilmente no cd There Is Nothing Left to Loose de 1999. "White Limo", a música seguinte surpreende pelo peso e pleo vocal gritado de Ghrol. O clipe ( bastante divertido, por sinal) conta com a ilustre presença de ninguém mais ninguém menos que Lemmy Kilmister do Motörhead.
Outros destaques são as faixas "These Days" que, por sinal lembra bastante a canção "Times Like These" também do One By One. Mas talvez, os maiores destaques sejam as participações especiais do vocalista da banda Hüsker Du, Bob Mould em "Dear Rosemary" e claro, do velho companheiro de Ghrol dos tempos de Nirvana, Krist Novoselic tocando baixo em " I Should Have Known".
Após 15 anos de estrada, o que Dave Ghrol mais queria era se livrar da sombra do Nirvana e que as pessoas reconhecessem o Foo Fighters. Resgatando elementos do seu glorioso passado com a banda de Seattle, ao trazer de volta Butch Vig, Krist Novoselic e também o guitarrista Pat Smear ( que fez parte do Nirvana no final da banda durante a turnê do álbum In Utero) ele se livra das amarras que o prendiam á sua antiga banda e mostrar que o Foo Fighters pode ter um futuro tão brilhante quanto o Nirvana.
Outros destaques são as faixas "These Days" que, por sinal lembra bastante a canção "Times Like These" também do One By One. Mas talvez, os maiores destaques sejam as participações especiais do vocalista da banda Hüsker Du, Bob Mould em "Dear Rosemary" e claro, do velho companheiro de Ghrol dos tempos de Nirvana, Krist Novoselic tocando baixo em " I Should Have Known".
Após 15 anos de estrada, o que Dave Ghrol mais queria era se livrar da sombra do Nirvana e que as pessoas reconhecessem o Foo Fighters. Resgatando elementos do seu glorioso passado com a banda de Seattle, ao trazer de volta Butch Vig, Krist Novoselic e também o guitarrista Pat Smear ( que fez parte do Nirvana no final da banda durante a turnê do álbum In Utero) ele se livra das amarras que o prendiam á sua antiga banda e mostrar que o Foo Fighters pode ter um futuro tão brilhante quanto o Nirvana.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Resenha Whitesnake- Forevermore
Depois de lançar o bom Good To Be Bad em 2008, David Coverdale & cia estão de volta com um cd que pode facilmente ser considerado como o melhor àlbum da carreira dessa lendária banda. Intitulado Forevermore, o cd é um retorno as raizes blues & hard rock que popularizaram a banda nos anos 80. Contando com os excelentes músicos Reb Beach ( guitarra), Doug Aldrich ( guitarra), Timothy Drury ( teclados), Brian Tichy (bateria) e Michael Devin ( baixo), Forevermore tem 13 faixas do mais puro Hard Rock.
Os destaques desse cd ficam por conta do primeiro single desse àlbum "Love Will Set You Free" que tem um puta riff matador logo de cara. Destacam-se também as faixas "I Need You (Shine A Light) que lembra bastante o som feito pela banda em meados dos anos 80, e a balada "One of These Days" que tem uma levada bem country e que poderia facilmente ser um outro single desse cd.
Mas, o destaque absoluto é sem sombra de dúvidas Coverdale. O cara, mesmo beirando os sessenta anos continua cantando como nunca, berrando na hora certa e dosando bem os seus famosos gritos com o seu vocal melódico característico. Ele mostra mais uma vez porque é considerado como um dos melhores vocalistas da história do rock.
Em um ano repleto de grandes lançamentos, esse cd dispara como favorito a melhor cd do ano e mostra que o rock está cada vez mais vivo do que nunca.
Os destaques desse cd ficam por conta do primeiro single desse àlbum "Love Will Set You Free" que tem um puta riff matador logo de cara. Destacam-se também as faixas "I Need You (Shine A Light) que lembra bastante o som feito pela banda em meados dos anos 80, e a balada "One of These Days" que tem uma levada bem country e que poderia facilmente ser um outro single desse cd.
Mas, o destaque absoluto é sem sombra de dúvidas Coverdale. O cara, mesmo beirando os sessenta anos continua cantando como nunca, berrando na hora certa e dosando bem os seus famosos gritos com o seu vocal melódico característico. Ele mostra mais uma vez porque é considerado como um dos melhores vocalistas da história do rock.
Em um ano repleto de grandes lançamentos, esse cd dispara como favorito a melhor cd do ano e mostra que o rock está cada vez mais vivo do que nunca.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Realmente os filmes podem infuẽnciar alguém?
Olá pessoal!!!!!!!!! Outro dia fui assistir ao filme Trainspotting no cinema aqui da universidade onde sou estudante de Letras ( A UFV ou Universidade Federal de Viçosa, como preferirem) e antes da sessão começar, o psicólogo da divisão psicosocial da UFV, estava comentando o filme e ele disse algo que me fez pensar bastante e escrever esse post: Pode realmente um filme influênciar uma pessoa?
Pensando nisso, resolvi escrever o que eu penso à respeito desse assunto. Sempre que um filme causa uma certa polêmica, e acontecem fatos como um maluco invadir um cinema e metralhar qeum estava na platéia, ou estudantes atirarem contra seus colegas de sala, logo a grande mídia, procurando por um "culpado" resolve dizer que a culpa do fato ter acontecido é de um determinado filme. Quando citei anteriormente o fato do sujeito entrar numa sala de cinema e atirar contra quem estava lá, não sei se vocês se lembram, mas disseram isso depois que o cara assistiu ao filme Clube da Luta de David Fincher. Confesso que esse é um dos melhores filmes que já vi na minha vida, eu até brinco que depois que o assisti, minha vida mudou radicalmente. Mas não a ponto de querer atirar em alguém como o maluco fez.
De fato, tem filmes que quando a pessoa assiste, ela fica pensando: " Nossa, nunca vi um filme assim"e acredito que quando acontece esse típo de coisa, a pessoa deve sentir uma sensação boa. E acredito que, é isso que os filmes devem proporcionar aos espectadores. Eu mesmo quando assisti ao filme Batman: O Cavaleiro das Trevas, fiquei um bom tempo em estado de choque ( não, eu não tive um piripaque) pois não esperava que a película fosse ser tão boa quanto o seu antecessor Batman Begins. Saí da frente do computador ( sim, porque quando fui TENTAR assistir o filme no cinema os ingressos já tinham acabado) totalmente pasmo com o que acabara de ver. Não saí de lá querendo ser o morcegão, pois eu sei que aquilo é só um filme, mero entreteinimento, e não a realidade.
As pessoas que cometem esse tipo de coisas, com certeza devem sofrer de algum distúrbio mental, ou então uma péssima educação por parte dos pais. E, pelo fato de sofrerem de tais doenças, quando assistem a um determinado filme ficam achando que aquilo ali é real e que eles devem imitar os atos dos personagens daquele filme em questão, como no caso do cara que tentou assassinar o presidente norte- americano Ronald Reagan depois que assistiu Taxi Driver.
Para finalizar, quando a mídia diz que filme A ou B foi o responsável por determinada tragédia, isso aacaba por dar mais bilheteria para os produtores do longa, pois o público vai querem assistir ao filme se é aquilo tudo mesmo ou não. Quando forem ver um filme, por melhor que seja vão sabendo que aquilo ali é apenas um filme, cujo único objetivo é te entreter e , dependendo te fazer pensar sobre determinada coisa. Só não vá ao cinema ver um filme do Superman e depois de sair de lá pensar que vocẽ ṕode voar hein!!!!!
Pensando nisso, resolvi escrever o que eu penso à respeito desse assunto. Sempre que um filme causa uma certa polêmica, e acontecem fatos como um maluco invadir um cinema e metralhar qeum estava na platéia, ou estudantes atirarem contra seus colegas de sala, logo a grande mídia, procurando por um "culpado" resolve dizer que a culpa do fato ter acontecido é de um determinado filme. Quando citei anteriormente o fato do sujeito entrar numa sala de cinema e atirar contra quem estava lá, não sei se vocês se lembram, mas disseram isso depois que o cara assistiu ao filme Clube da Luta de David Fincher. Confesso que esse é um dos melhores filmes que já vi na minha vida, eu até brinco que depois que o assisti, minha vida mudou radicalmente. Mas não a ponto de querer atirar em alguém como o maluco fez.
De fato, tem filmes que quando a pessoa assiste, ela fica pensando: " Nossa, nunca vi um filme assim"e acredito que quando acontece esse típo de coisa, a pessoa deve sentir uma sensação boa. E acredito que, é isso que os filmes devem proporcionar aos espectadores. Eu mesmo quando assisti ao filme Batman: O Cavaleiro das Trevas, fiquei um bom tempo em estado de choque ( não, eu não tive um piripaque) pois não esperava que a película fosse ser tão boa quanto o seu antecessor Batman Begins. Saí da frente do computador ( sim, porque quando fui TENTAR assistir o filme no cinema os ingressos já tinham acabado) totalmente pasmo com o que acabara de ver. Não saí de lá querendo ser o morcegão, pois eu sei que aquilo é só um filme, mero entreteinimento, e não a realidade.
As pessoas que cometem esse tipo de coisas, com certeza devem sofrer de algum distúrbio mental, ou então uma péssima educação por parte dos pais. E, pelo fato de sofrerem de tais doenças, quando assistem a um determinado filme ficam achando que aquilo ali é real e que eles devem imitar os atos dos personagens daquele filme em questão, como no caso do cara que tentou assassinar o presidente norte- americano Ronald Reagan depois que assistiu Taxi Driver.
Para finalizar, quando a mídia diz que filme A ou B foi o responsável por determinada tragédia, isso aacaba por dar mais bilheteria para os produtores do longa, pois o público vai querem assistir ao filme se é aquilo tudo mesmo ou não. Quando forem ver um filme, por melhor que seja vão sabendo que aquilo ali é apenas um filme, cujo único objetivo é te entreter e , dependendo te fazer pensar sobre determinada coisa. Só não vá ao cinema ver um filme do Superman e depois de sair de lá pensar que vocẽ ṕode voar hein!!!!!
domingo, 20 de março de 2011
Crítica The Strokes- Angles
Cinco anos depois do lançamento do álbum " First Impressions of the Earth", o Strokes volta a cena com um álbum bastante experimental, bem diferente dos seus anteriores.A 1ª música , Machu Picchu já nos dá uma idéia do que está por vir. A faixa lembra bastante o som de bandas tipo anos 80 como Blondie, Duran Duran, etc. A música seguinte Under Cover of Darkness, que por sinal é a música de trabalho desse novo cd já traz de volta a sonoridade do álbum de estreia " Is This It" e tem um refrão que com certeza não sairá da cabeça de muita gente. Outros destaques são as faixas You're so Right já disponibilizada pela banda antes mesmo do lançamento. As experimentações de Casablancas & cia continuam na canção Two Kinds of Happiness, que mescla o rock n' roll da banda e influência clara de Talking Heads.
No geral, Angles é um bom álbum da banda que precisa ser ouvido diversas vezes para ser assimilado. Mesmo não sendo tão Rock n " Roll quanto os anteriores, merece ser ouvido e apreciado. Segue ai o primeiro clipe extraido desse novo trabalho, o da música Under Cover of Darkness:
No geral, Angles é um bom álbum da banda que precisa ser ouvido diversas vezes para ser assimilado. Mesmo não sendo tão Rock n " Roll quanto os anteriores, merece ser ouvido e apreciado. Segue ai o primeiro clipe extraido desse novo trabalho, o da música Under Cover of Darkness:
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