Olá Rockers & Cinéfilos que acompanham o blog!!!! Iniciando os trabalhos nesse ano de 2013, postarei aqui uma crítica da mais recente aventura do espião britânico 007, lançada nos cinemas em Novembro de 2012. Espero que gostem e que continuem acompanhando o blog neste ano recém-iniciado.
007 OPERAÇÃO SKYFALL ( Skyfall, EUA/ING, 2012)
No ano de 2012 comemorou-se o cinquentenário da franquia mais duradoura da história do cinema, ou seja, as aventuras do espião britânico criado pelo escritor Ian Fleming em 1962. De lá p/ cá foram 22 filmes, sendo que seis atores interpretaram o agente sendo eles, Sir. Sean Connery ( 6 filmes), o segundo ator que mais interpretou o papel, George Lazemby ( 1 filme), Roger Moore (7 filmes) recordista de atuações, Timothy Dalton ( 2 filmes), Pierce Borsnan ( 4 filmes) e por fim Daniel Craig, que assmiu o papel em 2006 com Cassino Royale e segue interpretando o icônico personagem.
O 23º filme da franquia, intitulado Skyfall, mas que foi lançado por aqui com o subtítulo de 007: Operação Skyfall resgata elementos dos longas antigos, mas ao mesmo tempo tem um pé no mundo atual. Essa contradição entre o velho e o novo é presente ao longo de toda a trama, sempre com tiradas majestrais, como por exemplo no primeiro encontro entre Bond e o agente Q ( interpretado por Ben Whishaw e que já fora interpretado anteriormente por Desmond Llwewelyn, falecido em 1999, e por último pelo comediante John Cleese, nos dois últimos longas protagonizados por Brosnan) em que os dois discutem sobre uma pintura e o agente recebe o seu equipamento para a missão. Nesse momento, quando o espião olha o seu equipamento, o jovem agente Q dispara: " E você queria o que? Uma caneta explosiva?" numa alusão a um dos equipamentos que inclusive aparecem no filme 007 Contra Goldeneye de 1995, que trouxe o espião de volta às telas depois do fiasco dos dois filmes estrelados por Dalton que sepultaram o espião por 6 anos.
A história gira em torno do misterioso passado de M ( mais uma vez interpretada com maestria por Judi Dench, que atua na franquia desde os filmes de Brosnan). Quando um atentado ocorre no quartel-general do M-I 6, o Serviço Secreto Britânico, Bond é recrutado para descobrir o responsável pelo atentado custe o que custar.
No elenco, vale destacar o brilhante trabalho de Daniel Craig como Bond. Desde que fora escolhido para interpretar o personagem, ele faz um Bond mais casca-grossa, por assim dizer, e que ao longo dos filmes protagonizados por ele, vem demonstrando um lado mais humano do personagem, pois aqui vemos que assim como no longa 007: O Mundo Não é o Bastante, de 1999, Bond também se fere, fato que não era mostrado nos longas anteriores ( se estiver omitindo alguma informação, por favor me avisem, ok?). Além dele, constam nomes como Ralph Fiennes como Gareth Mallory, chefe da personagem de Dench. No que diz respeito as Bond Girls, Naomie Harris ( mais conhecida pelo seu papel na saga Piratas do Caribe, no papel de Tia Dalma, ou Calypso, como preferirem) faz uma personagem nos moldes da agente Jinx ( interpretada por Halle Berry em 007: Um Novo Dia Para Morrer em 2002) e de Michelle Yeoh em 007: O Amanhã Nunca Morre de 1997, enquanto que Bérenice Marlohe pouco faz no papel de Séverine.
Mas o grande destaque com certeza é o vilão Silva, interpretado magnanimamente por Javier Bardem. Fazendo um vilão talvez tão icônico quanto o Anton Chigurh, o ator espanhol faz de seu vilão um antagonista que com seus trejeitos homossexuais e sua insanidade um dos melhores vilões que o agente já tenha enfrentado. As cenas entre Bardem e Craig, ou entre o espanhol e Dench, são verdadeiros duelos psicológicos, mais especificamente na cena em que ele é capturado pelos britânicos.
Dirigido por Sam Mendes, vencedor do Oscar em 2000 por Beleza Americana, o longa possui boas cenas de ação, o que é obrigatório nos filmes do espião. Destaco a cena inicial, onde Bond persegue um sujeito e luta com ele em cima de um trem sendo seguido pela personagem de Harris. Além dessa cena em especial, a perseguição ao vilão numa movimentada estação da capital inglesa, também é um dos pontos altos do filme.
Depois de Cassino Royale, esse pode ser considerado como um dos melhores filmes não só de Craig no papel do espião, mas também da franquia em geral. Skyfall em sua totalidade é bastante superior ao longa anterior Quantum of Solace e mostra que essa junção e o contraste entre o velho e o novo é o que faz com que essa saga continue sendo tão atrativa para os espectadores e fãs de filmes de espionagem e que venham mais 50 anos e bons filmes do espião mais famoso do cinema.
sábado, 5 de janeiro de 2013
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Resenha: Stone Sour- House Of Gold & Bones Part 1
Dois anos depois do ótimo Audio Secrecy, Corey Taylor e Jim Root (respectivamente vocalista e guitarrista do Slipknot) estão de volta com um àlbum conceitual e duplo, intitulado House of Gold & Bones. Essa primeira parte foi lançada em outubro. sendo que a parte 2 será lançada no decorrer de 2013.
Para aqueles que ainda não sabem, o Stone Sour é um projeto paralelo de Taylor & Root, que já existia antes mesmo da entrada do vocalista no Slipknot. A cada trabalho a banda mostra personalidade e esse já é o quarto trabalho dos caras, mas vamos ao CD.
Logo de cara, esse novo petardo dos caras já abre com uma pedrada "Gone Sovereign", logo em seguida, vem "Absolute Zero" que foram os dois singles do álbum até então. Essa, além de ser pesada é uma faixa típica para figurar em rádios de rock por ai. A porradaria segue com "A Rumor of Skin", faixa que lembra um pouco o som do Alice In Chains. Aliás, o vocalista já havia dito que esse trabalho conceitual seria uma mistura do The Wall do Pink Floyd com o Dirt do Alice in Chains. Destaca-se nessa faixa, o belo solo de Jim Root e do segundo guitarrista Josh Rand, um dos destaques desse CD.
As baladas também fazem parte desse trabalho novo dos caras e são nelas que Corey Taylor mostra porque ele é um dos melhores vocalistas da atualidade. Dosando bem o melódico com o gutural, ele demonstra isso em faixas como " The Travelers", "Taciturn". As influências do grupo de Seattle também aparecem na faixa "Tired"
Uma curiosidade: Com a saída de Shawn Economaki em 2011, quem foi recrutado como baixista convidado para a gravação desse novo álbum foi ninguém mais ninguém menos que Rachel Bolan, do Skid Row e além dele tem também o baterista Roy Mayorga, que infelizmente não tocou com a banda na sua passagem pelo Brasil no Rock In Rio ano passado, sendo brilhantemente substituído pelo espetacular Mike Portnoy ( ex-Avenged Sevenfold e Dream Theather e atual Flying Colors e Adrenaline Mob).
Fazendo um balanço geral, esse é um dos melhores trabalhos do grupo. Resta esperar agora se a segunda parte terá as tão faladas influências da banda de David Gilmour, porque nesse o que predominou mais o peso característico da banda e uma coisa ou outra ali do Alice in Chains. Tomara que seja tão bom, ou que pelo menos mantenha o nível desse aqui.
APROVEITANDO, BOAS FESTAS A TODOS OS QUE ACOMPANHAM E QUE ACESSAM O BLOG..... OBRIGADO PELOS MAIS DE 3.500 ACESSOS E CONTINUEM ACOMPANHANDO O BLOG!!!!!
ATÉ 2013
Para aqueles que ainda não sabem, o Stone Sour é um projeto paralelo de Taylor & Root, que já existia antes mesmo da entrada do vocalista no Slipknot. A cada trabalho a banda mostra personalidade e esse já é o quarto trabalho dos caras, mas vamos ao CD.
Logo de cara, esse novo petardo dos caras já abre com uma pedrada "Gone Sovereign", logo em seguida, vem "Absolute Zero" que foram os dois singles do álbum até então. Essa, além de ser pesada é uma faixa típica para figurar em rádios de rock por ai. A porradaria segue com "A Rumor of Skin", faixa que lembra um pouco o som do Alice In Chains. Aliás, o vocalista já havia dito que esse trabalho conceitual seria uma mistura do The Wall do Pink Floyd com o Dirt do Alice in Chains. Destaca-se nessa faixa, o belo solo de Jim Root e do segundo guitarrista Josh Rand, um dos destaques desse CD.
As baladas também fazem parte desse trabalho novo dos caras e são nelas que Corey Taylor mostra porque ele é um dos melhores vocalistas da atualidade. Dosando bem o melódico com o gutural, ele demonstra isso em faixas como " The Travelers", "Taciturn". As influências do grupo de Seattle também aparecem na faixa "Tired"
Uma curiosidade: Com a saída de Shawn Economaki em 2011, quem foi recrutado como baixista convidado para a gravação desse novo álbum foi ninguém mais ninguém menos que Rachel Bolan, do Skid Row e além dele tem também o baterista Roy Mayorga, que infelizmente não tocou com a banda na sua passagem pelo Brasil no Rock In Rio ano passado, sendo brilhantemente substituído pelo espetacular Mike Portnoy ( ex-Avenged Sevenfold e Dream Theather e atual Flying Colors e Adrenaline Mob).
Fazendo um balanço geral, esse é um dos melhores trabalhos do grupo. Resta esperar agora se a segunda parte terá as tão faladas influências da banda de David Gilmour, porque nesse o que predominou mais o peso característico da banda e uma coisa ou outra ali do Alice in Chains. Tomara que seja tão bom, ou que pelo menos mantenha o nível desse aqui.
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terça-feira, 27 de novembro de 2012
Resenha: Soundgarden- King Animal
Desde que o Soundgarden anunciou o seu retorno as atividades no final de 2009, os fãs aguardavam ansiosamente por um novo trabalho do grupo, e quando eles anunciaram que estavam trabalhando em um novo álbum de inéditas, o primeiro desde o Down On The Upside de 1996, a euforia foi geral.
E eis que em novembro desse ano foi lançado King Animal, novo trabalho de Chris Cornell & Cia, que desde já é um sério candidato a um dos melhores cds do ano. Logo de cara, temos "Been Away Too Long" que foi o primeiro single desse novo trabalho da banda. É uma música bem pesada e com uma pegada bem rock n' roll.
A faixa seguinte " Non-State Actor" lembra o Soundgarden de outrora, da fase do Badmotorfinger. Vale destacar nessa faixa o trabalho de Matt Cameron, que também é batera do Pearl Jam, função ocupada por ele desde o hiato da banda em 1997. A terceira faixa " By Crooked Steps" é bastante quebrada, num belo trabalho de Cameron e do subestimado guitarrista Kim Thayil. " A Thousand Days Before" se destaca também pela levada meio country, mas com toques bem psicodélicos. Outro destaque é a faixa " Blood On The Valley Floor" que tem uma levada bem Sabbathiana.
Quanto a segunda parte do cd, dentre as faixas mais sombrias destacam-se "Bones of Birds", uma bela balada, onde Cornell faz um belo trabalho. " Halfway There" talvez seja a faixa que mais se assemelha aos trabalhos solo do vocalista, mas ainda sim uma boa música. Criticada por muitos, " Worse Dreams" é apontada como uma das canções mais fracas do cd, opinião da qual eu não compartilho. Acho q ela mantém a mesma linha das outras.
Vale destacar a boa forma de Cornell, que mesmo com o passar dos anos continua cantando muito, vide a suas performances tanto no finado ( infelizmente) Audioslave ( banda formada no início dos anos 2000 que contava também com três membros do Rage Against The Machine), quanto na sua carreira solo.
No final das contas, King Animal é um ótimo cd de retorno ás atividades.Digamos que esse cd serviu mais para tirar a ferrugem e provar que eles ainda são capazes de fazer ótimos trabalhos daqui p/ frente. Esperamos que, se houver um próximo trabalho dos caras, que seja tão bom quanto esse, ou pelo menos no nível de um Superunknown, mas ai já seria querer demais.
E eis que em novembro desse ano foi lançado King Animal, novo trabalho de Chris Cornell & Cia, que desde já é um sério candidato a um dos melhores cds do ano. Logo de cara, temos "Been Away Too Long" que foi o primeiro single desse novo trabalho da banda. É uma música bem pesada e com uma pegada bem rock n' roll.
A faixa seguinte " Non-State Actor" lembra o Soundgarden de outrora, da fase do Badmotorfinger. Vale destacar nessa faixa o trabalho de Matt Cameron, que também é batera do Pearl Jam, função ocupada por ele desde o hiato da banda em 1997. A terceira faixa " By Crooked Steps" é bastante quebrada, num belo trabalho de Cameron e do subestimado guitarrista Kim Thayil. " A Thousand Days Before" se destaca também pela levada meio country, mas com toques bem psicodélicos. Outro destaque é a faixa " Blood On The Valley Floor" que tem uma levada bem Sabbathiana.
Quanto a segunda parte do cd, dentre as faixas mais sombrias destacam-se "Bones of Birds", uma bela balada, onde Cornell faz um belo trabalho. " Halfway There" talvez seja a faixa que mais se assemelha aos trabalhos solo do vocalista, mas ainda sim uma boa música. Criticada por muitos, " Worse Dreams" é apontada como uma das canções mais fracas do cd, opinião da qual eu não compartilho. Acho q ela mantém a mesma linha das outras.
Vale destacar a boa forma de Cornell, que mesmo com o passar dos anos continua cantando muito, vide a suas performances tanto no finado ( infelizmente) Audioslave ( banda formada no início dos anos 2000 que contava também com três membros do Rage Against The Machine), quanto na sua carreira solo.
No final das contas, King Animal é um ótimo cd de retorno ás atividades.Digamos que esse cd serviu mais para tirar a ferrugem e provar que eles ainda são capazes de fazer ótimos trabalhos daqui p/ frente. Esperamos que, se houver um próximo trabalho dos caras, que seja tão bom quanto esse, ou pelo menos no nível de um Superunknown, mas ai já seria querer demais.
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Especial Trilogia Batman de Christopher Nolan
Olá leitores do blog!!!!!! Com o lançamento do longa Batman: O Cavaleiro da Trevas Ressurge em Blu-Ray e DVD nesses dias resolvi fazer essa postagem fazendo uma retrospectiva da saga e no final a crítica do último filme da saga. Espero que gostem
BATMAN BEGINS ( Batman Begins, EUA,2005)
Quando este filme foi anunciado, todos ficaram com uma pulga atrás da orelha, afinal de contas o público ainda se lembrava da hecatombe nuclear que foi Batman & Robin de 1997, dirigido por Joel Schumacher. Mas quando o talentoso Christopher Nolan foi confirmado na direção, essas dúvidas do público em relação ao filme começaram a ser dissipadas. Logo de cara, o cineasta avisara que aquele filme seria completamente diferente de tudo o que havia sio feito com relação ao personagem no cinema.
Ele optou por uma abordagem mais realista e por colocar vilões não tão conhecidos como Rá's Al Ghul e o Espantalho. Além disso, temos no longa, um Bruce Wayne ainda traumatizado pela morte de seus pais, fator pouco explorado principalmente nos filmes de Tim Burton.
Outra escolha certeira foi com relação ao elenco. Christian Bale encarnou com maestria não só o papel do vigilante, mas também o de Bruce Wayne. Liam Neeson, por sua vez, emprestou todo o seu brilhantismo ao vilão Rá's. Michael Caine é outro destaque como o mordomo Alfred e Gary Oldman também se destaca como o então tenente Jim Gordon. O único ponto fraco do elenco é a atriz Katie Holmes, que interpreta a personagem Rachel Dawes. Por não ser uma boa atriz, ela acabou se tornando uma personagem insossa, mesmo sendo o interesse amoroso de Wayne.
O sucesso do filme, que na época tinha como principal concorrente Star Wars: Episódio III- A Vingança dos Sith, mostrou que a Warner tinha acertado em cheio, e que o longa tinha potencial para se tornar uma franquia de bastante sucesso, fato que se confirmou no longa seguinte
BATMAN: O CAVALEIRO DAS TREVAS ( Batman: The Dark Knight, EUA, 2008)
Três anos depois do sucesso do longa anterior, Nolan ficou com a difícil missão de superar o filme anterior, ainda mais pela expectativa causada nos fãs devido ao final do longa de 2005. Para isso, ele recrutou o mesmo elenco novamente e entregou aos fãs um dos melhores filmes de heróis de todos os tempos. Difícil dizer o que ainda não foi dito sobre essa película. As performances de Bale, Caine e etc continuaram cada vez melhores, somados a isso a performance de Aaron Eckhardt como o promotor Harvey Dent, que logo mais se tornaria o vilão Duas Caras.
Soma-se a isso um excelente roteiro, a direção segura de Nolan e a sua capacidade de criar cenas memoráveis, como por exemplo,a cena do interrogatório do Coringa, um dos momentos mais tensos do filme.
Mas claro que não poderia deixar de falar da brilhante atuação do finado Heath Ledger no papel do Coringa e sua performance visceral do vilão. Como não se esquecer da célebre frase proferida por ele durante toda a trama: " Why so serious?" Por conta de sua trágica morte após a conclusão do longa, fez com que essa atuação ficasse marcada na memória de todos. Claro que a sua morte contribuiu para o sucesso do filme, mas mesmo se o ator não tivesse falecido, ainda assim vale a pena ver, e ai fica clara a diferença entre as atuações de Jack Nicholson e a dele. Nicholson interpretou o Coringa, enquanto que Hedger FOI o Coringa. É praticamente um filme de máfia, porém com o Batman e o Coringa.
O longa foi considerado como uma das maiores bilheterias de todos os tempos, ficando durante algum tempo atrás apenas de Titanic, feito depois superado por Avatar em 2010, e deixou Nolan com uma difícil missão pela frente: Superar esse longa, fato que se consumou no último filme da trilogia.
BATMAN: O CAVALEIRO DAS TREVAS RESSURGE ( Batman: The Dark Knight Rises, EUA, 2012)
Após o sucesso estrondoso de O Cavaleiro das Trevas, o mundo inteiro se perguntou: Será que Nolan conseguiria terminar sua trilogia do homem-morcego com chave de ouro? A resposta meus caros é SIM, ele conseguiu.
E ai eu lhes pergunto: Depois da magnífica atuação de Ledger como o palhaço do crime no longa anterior, qual vilão seria um desafio ainda maior para o herói? A resposta é o homem responsável pela quebra do herói ao meio nos quadrinhos, Bane.
Situado oito anos após os eventos de The Dark Knight, aqui vemos um Bruce Wayne aposentado do combate ao crime, consequencia da sua escolha de se tornar um recluso ao assumir a culpa pela morte de Dent no fim do longa anterior. A cidade vive em paz, mas a chegada do terrorista Bane a cidade traz novamente o caos a Gotham e ai cabe ao herói enfrentar mais essa ameaça.
Muitos fás ficaram meio de nariz torcido ao saberem que o vilão havia sido escolhido como o nêmesis do herói, afinal de contas, ele já havia aparecido anteriormente em Batman & Robin, como um capanga bobão da personagem Hera Venenosa ( interpretada por Uma Thurman), mas Nolan acertou em cheio ao escolhê-lo como o antagonista da vez, porque ao longo de toda a trilogia,o homem-morcego só enfrentou vilões que mexeram mais com o psicológico do herói. O Espantalho, fez com que ele enfrentasse seus piores medos; O Coringa, fez com ele tivesse que quebrar a sua principal regra para derrotá-lo. Já Bane, é um desafio físico, coisa jamais vista nos longas.
Tom Hardy, ator britânico, que já havia trabalhado com o diretor em A Origem, se mostra desde o início do filme, uma grata surpresa. Com um tom de voz que mais se assemelha a de um lorde inglês, ele faz do personagem realmente um terrorista, não só no sentido físico, mas também no sentido mental. Ele é frio, calculista e bastante inteligente, ao contrário de sua versão anterior. A cena da luta entre os dois é sensacional, quem conhece os quadrinhos sabe o que rola com o herói no duelo contra o vilão.
Destacam-se ainda Joseph Gordon-Levitt (outro ator que trabalhara com Nolan em A Origem) no papel de John Blake, policial que terá um importantíssimo papel na trama, a bela Anne Hatthaway no papel de Selina Kyle, vulgo Mulher-Gato. A atriz, por sinal faz a melhor mulher-gato de todas, superando inclusive a interpretada por Michelle Pfeifer em Batman: O Retorno em 1992.
Talvez um dos poucos pontos fracos do filme sejam Marion Coitillard, que faz a personagem Miranda Tate, uma personagem que poderia ter sido melhor aproveitada, mas que ainda assim não compromete o filme.
ATENÇÃO: A PARTE FINAL DA RESENHA CONTÉM SPOILERS... SÓ CONTINUE A LER QUEM JÁ TIVER VISTO O FILME
Vale destacar ainda o modo como Nolan amarra toda a trilogia retomando elementos dos filmes anteriores, em especial o primeiro filme. O final do longa ( claro que não direi qual é) não poderia ter sido melhor. Com a decisão do cineasta de não seguir adiante com a saga, o final abre diferentes e interessantes possibilidades para a futura trilogia e acredito que tenha sido o melhor final possível para a saga.
Resta saber agora o que o futuro reserva para a saga do homem- morcego. A trilogia de Nolan acertou ao ter essa abordagem mais realista, coisa que a Marvel não faz e os fãs esperam que a nova saga, anunciada para 2015, e que deve ser lançada após o vindouro filme da Liga da Justiça mantenha a mesma linha da trilogia de Nolan pois ela estabeleceu novos parâmetros para os filmes de super-heróis daqui p/ frente e esperamos que sejam tão bons quanto a saga do herói mascarado.
BATMAN BEGINS ( Batman Begins, EUA,2005)
Quando este filme foi anunciado, todos ficaram com uma pulga atrás da orelha, afinal de contas o público ainda se lembrava da hecatombe nuclear que foi Batman & Robin de 1997, dirigido por Joel Schumacher. Mas quando o talentoso Christopher Nolan foi confirmado na direção, essas dúvidas do público em relação ao filme começaram a ser dissipadas. Logo de cara, o cineasta avisara que aquele filme seria completamente diferente de tudo o que havia sio feito com relação ao personagem no cinema.
Ele optou por uma abordagem mais realista e por colocar vilões não tão conhecidos como Rá's Al Ghul e o Espantalho. Além disso, temos no longa, um Bruce Wayne ainda traumatizado pela morte de seus pais, fator pouco explorado principalmente nos filmes de Tim Burton.
Outra escolha certeira foi com relação ao elenco. Christian Bale encarnou com maestria não só o papel do vigilante, mas também o de Bruce Wayne. Liam Neeson, por sua vez, emprestou todo o seu brilhantismo ao vilão Rá's. Michael Caine é outro destaque como o mordomo Alfred e Gary Oldman também se destaca como o então tenente Jim Gordon. O único ponto fraco do elenco é a atriz Katie Holmes, que interpreta a personagem Rachel Dawes. Por não ser uma boa atriz, ela acabou se tornando uma personagem insossa, mesmo sendo o interesse amoroso de Wayne.
O sucesso do filme, que na época tinha como principal concorrente Star Wars: Episódio III- A Vingança dos Sith, mostrou que a Warner tinha acertado em cheio, e que o longa tinha potencial para se tornar uma franquia de bastante sucesso, fato que se confirmou no longa seguinte
BATMAN: O CAVALEIRO DAS TREVAS ( Batman: The Dark Knight, EUA, 2008)
Três anos depois do sucesso do longa anterior, Nolan ficou com a difícil missão de superar o filme anterior, ainda mais pela expectativa causada nos fãs devido ao final do longa de 2005. Para isso, ele recrutou o mesmo elenco novamente e entregou aos fãs um dos melhores filmes de heróis de todos os tempos. Difícil dizer o que ainda não foi dito sobre essa película. As performances de Bale, Caine e etc continuaram cada vez melhores, somados a isso a performance de Aaron Eckhardt como o promotor Harvey Dent, que logo mais se tornaria o vilão Duas Caras.
Soma-se a isso um excelente roteiro, a direção segura de Nolan e a sua capacidade de criar cenas memoráveis, como por exemplo,a cena do interrogatório do Coringa, um dos momentos mais tensos do filme.
Mas claro que não poderia deixar de falar da brilhante atuação do finado Heath Ledger no papel do Coringa e sua performance visceral do vilão. Como não se esquecer da célebre frase proferida por ele durante toda a trama: " Why so serious?" Por conta de sua trágica morte após a conclusão do longa, fez com que essa atuação ficasse marcada na memória de todos. Claro que a sua morte contribuiu para o sucesso do filme, mas mesmo se o ator não tivesse falecido, ainda assim vale a pena ver, e ai fica clara a diferença entre as atuações de Jack Nicholson e a dele. Nicholson interpretou o Coringa, enquanto que Hedger FOI o Coringa. É praticamente um filme de máfia, porém com o Batman e o Coringa.
O longa foi considerado como uma das maiores bilheterias de todos os tempos, ficando durante algum tempo atrás apenas de Titanic, feito depois superado por Avatar em 2010, e deixou Nolan com uma difícil missão pela frente: Superar esse longa, fato que se consumou no último filme da trilogia.
BATMAN: O CAVALEIRO DAS TREVAS RESSURGE ( Batman: The Dark Knight Rises, EUA, 2012)
Após o sucesso estrondoso de O Cavaleiro das Trevas, o mundo inteiro se perguntou: Será que Nolan conseguiria terminar sua trilogia do homem-morcego com chave de ouro? A resposta meus caros é SIM, ele conseguiu.E ai eu lhes pergunto: Depois da magnífica atuação de Ledger como o palhaço do crime no longa anterior, qual vilão seria um desafio ainda maior para o herói? A resposta é o homem responsável pela quebra do herói ao meio nos quadrinhos, Bane.
Situado oito anos após os eventos de The Dark Knight, aqui vemos um Bruce Wayne aposentado do combate ao crime, consequencia da sua escolha de se tornar um recluso ao assumir a culpa pela morte de Dent no fim do longa anterior. A cidade vive em paz, mas a chegada do terrorista Bane a cidade traz novamente o caos a Gotham e ai cabe ao herói enfrentar mais essa ameaça.
Muitos fás ficaram meio de nariz torcido ao saberem que o vilão havia sido escolhido como o nêmesis do herói, afinal de contas, ele já havia aparecido anteriormente em Batman & Robin, como um capanga bobão da personagem Hera Venenosa ( interpretada por Uma Thurman), mas Nolan acertou em cheio ao escolhê-lo como o antagonista da vez, porque ao longo de toda a trilogia,o homem-morcego só enfrentou vilões que mexeram mais com o psicológico do herói. O Espantalho, fez com que ele enfrentasse seus piores medos; O Coringa, fez com ele tivesse que quebrar a sua principal regra para derrotá-lo. Já Bane, é um desafio físico, coisa jamais vista nos longas.
Tom Hardy, ator britânico, que já havia trabalhado com o diretor em A Origem, se mostra desde o início do filme, uma grata surpresa. Com um tom de voz que mais se assemelha a de um lorde inglês, ele faz do personagem realmente um terrorista, não só no sentido físico, mas também no sentido mental. Ele é frio, calculista e bastante inteligente, ao contrário de sua versão anterior. A cena da luta entre os dois é sensacional, quem conhece os quadrinhos sabe o que rola com o herói no duelo contra o vilão.
Destacam-se ainda Joseph Gordon-Levitt (outro ator que trabalhara com Nolan em A Origem) no papel de John Blake, policial que terá um importantíssimo papel na trama, a bela Anne Hatthaway no papel de Selina Kyle, vulgo Mulher-Gato. A atriz, por sinal faz a melhor mulher-gato de todas, superando inclusive a interpretada por Michelle Pfeifer em Batman: O Retorno em 1992.
Talvez um dos poucos pontos fracos do filme sejam Marion Coitillard, que faz a personagem Miranda Tate, uma personagem que poderia ter sido melhor aproveitada, mas que ainda assim não compromete o filme.
ATENÇÃO: A PARTE FINAL DA RESENHA CONTÉM SPOILERS... SÓ CONTINUE A LER QUEM JÁ TIVER VISTO O FILME
Vale destacar ainda o modo como Nolan amarra toda a trilogia retomando elementos dos filmes anteriores, em especial o primeiro filme. O final do longa ( claro que não direi qual é) não poderia ter sido melhor. Com a decisão do cineasta de não seguir adiante com a saga, o final abre diferentes e interessantes possibilidades para a futura trilogia e acredito que tenha sido o melhor final possível para a saga.
Resta saber agora o que o futuro reserva para a saga do homem- morcego. A trilogia de Nolan acertou ao ter essa abordagem mais realista, coisa que a Marvel não faz e os fãs esperam que a nova saga, anunciada para 2015, e que deve ser lançada após o vindouro filme da Liga da Justiça mantenha a mesma linha da trilogia de Nolan pois ela estabeleceu novos parâmetros para os filmes de super-heróis daqui p/ frente e esperamos que sejam tão bons quanto a saga do herói mascarado.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Star Wars & Disney: Um Casamento feliz?
Como fã da saga, eu também fiquei surpreso por esse anúncio, ainda mais por se tratarem de duas empresas tão diferentes. Isso me lembra quando a mesma Disney comprou a Marvel há 2 anos atrás, se não me falhe a memória. Todos meteram o pau, dizendo que iria ter um crossover entre o Mickey e o Homem- Aranha, ou quando o Darkwing Duck entraria para os Vingadores e coisas do tipo, mas o que aconteceu foi que a casa das Idéias continuou responsável pelos filmes, enquanto a Disney seria responsável pela distribuição. O primeiro resultado dessa parceria, vale lembrar foi o filme dos Vingadores ( embora já estivesse sendo planejado pela Marvel desde antes da venda) que se tornou a 3ª maior bilheteria da história.
Mas voltando a saga espacial, é importante lembrar o seguinte: Como Lucas não irá dirigir nenhum dos próximos longas, fica a questão: Quem serão os responsáveis pelos vindouros filmes? A partir de agora, qualquer um pode ser responsável por dirigir um dos filmes. Claro que não veremos um Uwe Boll dirigindo um filme desses, mas podemos correr o risco de ter um Michael Bay da vida na direção.
Isso sem contar quais rumos a saga tomará nesses próximos filmes. Será que veremos o que acontece após os eventos mostrados em O Retorno de Jedi, ou os filmes mostrarão eventos que acontecem entre os episódios III e IV, por exemplo? Já foi dito segundo a boataria que o Episódio VII seria uma história original, portanto nos resta imaginar o que George Lucas estaria planejando?
Até que se anuncie o diretor e a história, o que nos resta é especular sobre o que pode ou não acontecer daqui p/ frente. Como já disse anteriormente, o que nos dá um certo alento é a lista de prováveis diretores entre eles, Steven Spielberg, Neil Blomkamp, Alfonso Cuarón, Darren Aronofsky,Joss Whedon e Matthew Vaughn.....uma turma de respeito não acham? Repito: Como fã eu ainda incluiria aí o Christopher Nolan e por que não, Ridley Scott e David Fincher? .Se será uma união benéfica, só o tempo dirá, portanto o único jeito é esperar e especular.
QUE A FORÇA ESTEJA CONOSCO
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Resenha: Green Day- Uno!
Eis que depois dos aclamados àlbuns American Idiot de 2004 e o seu sucessor, igualmente bem-sucedido, 21st Century Breakdown de 2009, o trio californiano resolve lançar uma trilogia de cds durante o fim desse ano e o início de 2013.
Uno! é o primeiro desses três novos trabalhos de Billie Joe Armstrong & Cia, que nessa primeira parte, resolveram voltar aos velhos tempos dos já clássicos Dookie, Insomniac e Nimrod.
Logo de cara, o cd começa com "Nuclear Family" que já dá amostras desse retorno a sonoridade clássica da banda. A faixa seguinte, "Stay the Night" segue nessa mesma linha, enquanto a terceira música "Carpe Diem" já nos remete mais ao último trabalho do grupo.
Além dessas faixas, destacam-se ainda "Let Yourself Go", "Fell For You" que lembra bastante Beatles, mas com um toque mais punk do Green Day. Uma das faixas mais contestadas por alguns fãs é a "Kill the DJ" que tem uma levada mais dançante, lembrando um pouco o som da banda Franz Ferdinand. É uma boa faixa, mas comparando com as outras, consideraria a mais fraca. O cd termina com a balada "Oh Love", uma balada típica da banda, com um refrão que gruda na cabeça do ouvinte e que não fica devendo nada a outras como " Good Riddance", "When I Come Around" e etc.
Como esse é o primeiro cd dessa trilogia, a banda causou uma boa impressão. Para quem estava começando a ficar cansado de ver os californianos fazendo canções mais politizadas como nos trabalhos anteriores, é bom ver a banda voltando a fazer músicas com arranjos mais simples e despojadas como as que os tornaram famosos e vamos esperar que as outras partes, Dos! e Tré! também sigam por esse caminho. Abaixo os clipes extraídos desse trabalho:
Uno! é o primeiro desses três novos trabalhos de Billie Joe Armstrong & Cia, que nessa primeira parte, resolveram voltar aos velhos tempos dos já clássicos Dookie, Insomniac e Nimrod.
Logo de cara, o cd começa com "Nuclear Family" que já dá amostras desse retorno a sonoridade clássica da banda. A faixa seguinte, "Stay the Night" segue nessa mesma linha, enquanto a terceira música "Carpe Diem" já nos remete mais ao último trabalho do grupo.
Além dessas faixas, destacam-se ainda "Let Yourself Go", "Fell For You" que lembra bastante Beatles, mas com um toque mais punk do Green Day. Uma das faixas mais contestadas por alguns fãs é a "Kill the DJ" que tem uma levada mais dançante, lembrando um pouco o som da banda Franz Ferdinand. É uma boa faixa, mas comparando com as outras, consideraria a mais fraca. O cd termina com a balada "Oh Love", uma balada típica da banda, com um refrão que gruda na cabeça do ouvinte e que não fica devendo nada a outras como " Good Riddance", "When I Come Around" e etc.
Como esse é o primeiro cd dessa trilogia, a banda causou uma boa impressão. Para quem estava começando a ficar cansado de ver os californianos fazendo canções mais politizadas como nos trabalhos anteriores, é bom ver a banda voltando a fazer músicas com arranjos mais simples e despojadas como as que os tornaram famosos e vamos esperar que as outras partes, Dos! e Tré! também sigam por esse caminho. Abaixo os clipes extraídos desse trabalho:
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Crítica: Os Vingadores
Os Vingadores ( The Avengers, EUA, 2012)
Esse é sem dúvida o melhor filme da Marvel, desde que ela se solidificou como um estúdio em 2008. A casa das Idéias começou o chamado "Projeto Vingadores" ao lançar em 2008 o longa Homem de Ferro, que continha uma participação especial de Samuel L. Jackson no papel de Nick Fury. Daí em diante vieram O Incrível Hulk com Edward Norton no papel do gigante esmeralda, que continha uma participação de Robert Downey Jr na cena pós-créditos, Homem de Ferro 2, que teve uma participação maior de Jackson; Thor, que contou mais uma vez com a presença de Jackson na cena pós- créditos e por fim, Capitão América: O Primeiro Vingador, que novamente teve uma cena pós-créditos com a presença do ator.
O que nos leva a esse filme. Depois de preparar o terreno para a chegada desse longa, chegou a vez de reunir todos esses heróis em um longa bastante movimentado e que possui todos os elementos que fizeram a fama do supergrupo das HQs. Portanto podem esperar por boas doses de humor, que aliás permeia boa parte do filme.
A trama do filme gira em torno do artefato conhecido como Tesseract, que já foi visto anteriormente no longa do Capitão América e também no longa do Deus do Trovão. Após ser recuperado pela S.H.I.E.L.D, o vilão Loki vem a Terra em busca do cubo para tentar dominar o nosso planeta. Para tanto, ele acaba por controlar um dos membros dos Vingadores e um cientista, Dr. Selvig ( interpretado por Stellan Skäarsgard) para conseguir o seu intento. Após causar um rastro de destruição, o coronel Nick Fury não vê outra solução para deter o renegado deus asgardiano, a não ser reunir os heróis na esperança de poderem salvar o mundo.
E é ai que o filme mostra o humor tão característico das HQs. Ao serem recrutados, começam as piadas envolvendo cada um deles, sempre partindo de Tony Stark. O seu alvo para piadas na maioria das vezes é Steve Rogers, pelo fato dele ter sido congelado e reencontrado 70 anos depois. Os outros personagens também tem seus momentos de humor, como Thor, que em uma cena em que Fury discute o que fazer para deter Loki, ele diz que não pode pelo fato dele ser seu irmão, e ao saber que ele tinha matado cerca de 80 pessoas ele responde dizendo q ele é adotado. Esse é um dos momentos mais hilários do filme.
As cenas de ação são um espetáculo a parte. Destacam-se a cena inicial, quando o vilão aparece na base da agência de espionagem e destrói tudo o que vê pela frente. Outro destaque são as brigas entre os personagens: Como todo grupo que se preze, logo de cara, os heróis não se dão bem, e por isso, antes de se entenderem, caem na porrada. A briga entre Thor, Capitão América e Homem de Ferro é sensacional, assim como a luta entre Thor e Hulk.
Vale ressaltar as atuações desse filme. Tom Hiddleton está mais despojado na pele de Loki, em vista da sua atuação em Thor. Aqui ele está mais malvado, mais insano. Embora Downey Jr seja o protagonista do filme, o destaque maior vai para Mark Ruffalo, que faz aqui um Hulk totalmente diferente do que vimos nos dois longas anteriores. O ator explora mais o lado humano de Banner. Se antes víamos o personagem tentando achar uma cura para o seu problema, aqui como ele consegue controlar o monstro.
Por ser fã de quadrinhos e também por ter escrito algumas histórias do grupo, o diretor Joss Whedon fez um filme para os fãs de quadrinhos em geral e uma das formas de homenagear os fãs mais radicais foi o Agente Coulson que simbolizou na tela todos os que curtem os heróis da Marvel.
Os Vingadores é para mim, um dos melhores filmes de heróis que já vi, pareando com Batman: O Cavaleiro das Trevas e X-Men: Primeira Classe. Resta saber agora se depois desse longa, a Marvel irá manter o padrão de qualidade com os filmes vindouros como as sequências Homem de Ferro 3, Thor 2, Capitão América 2 e etc, além da própria sequência dessa película. Se mantiver esse padrão, os fãs podem esperar por muitos bons filmes, e para finalizar, não poderia deixar de comentar o fato do filme ser a terceira maior bilheteria de todos os tempos e agora como diz a piada nas redes sociais, "Batman, faça a sua jogada".
P.S: Como todo filme da Marvel que se preze, esse também tem uma cena pós -créditos. Vale a pena ficar até o final, pois um importante personagem aparece.
Segue abaixo o trailer e o clipe extraido da trilha sonora do filme da banda Soundgarden:
Esse é sem dúvida o melhor filme da Marvel, desde que ela se solidificou como um estúdio em 2008. A casa das Idéias começou o chamado "Projeto Vingadores" ao lançar em 2008 o longa Homem de Ferro, que continha uma participação especial de Samuel L. Jackson no papel de Nick Fury. Daí em diante vieram O Incrível Hulk com Edward Norton no papel do gigante esmeralda, que continha uma participação de Robert Downey Jr na cena pós-créditos, Homem de Ferro 2, que teve uma participação maior de Jackson; Thor, que contou mais uma vez com a presença de Jackson na cena pós- créditos e por fim, Capitão América: O Primeiro Vingador, que novamente teve uma cena pós-créditos com a presença do ator.
O que nos leva a esse filme. Depois de preparar o terreno para a chegada desse longa, chegou a vez de reunir todos esses heróis em um longa bastante movimentado e que possui todos os elementos que fizeram a fama do supergrupo das HQs. Portanto podem esperar por boas doses de humor, que aliás permeia boa parte do filme.
A trama do filme gira em torno do artefato conhecido como Tesseract, que já foi visto anteriormente no longa do Capitão América e também no longa do Deus do Trovão. Após ser recuperado pela S.H.I.E.L.D, o vilão Loki vem a Terra em busca do cubo para tentar dominar o nosso planeta. Para tanto, ele acaba por controlar um dos membros dos Vingadores e um cientista, Dr. Selvig ( interpretado por Stellan Skäarsgard) para conseguir o seu intento. Após causar um rastro de destruição, o coronel Nick Fury não vê outra solução para deter o renegado deus asgardiano, a não ser reunir os heróis na esperança de poderem salvar o mundo.
E é ai que o filme mostra o humor tão característico das HQs. Ao serem recrutados, começam as piadas envolvendo cada um deles, sempre partindo de Tony Stark. O seu alvo para piadas na maioria das vezes é Steve Rogers, pelo fato dele ter sido congelado e reencontrado 70 anos depois. Os outros personagens também tem seus momentos de humor, como Thor, que em uma cena em que Fury discute o que fazer para deter Loki, ele diz que não pode pelo fato dele ser seu irmão, e ao saber que ele tinha matado cerca de 80 pessoas ele responde dizendo q ele é adotado. Esse é um dos momentos mais hilários do filme.
As cenas de ação são um espetáculo a parte. Destacam-se a cena inicial, quando o vilão aparece na base da agência de espionagem e destrói tudo o que vê pela frente. Outro destaque são as brigas entre os personagens: Como todo grupo que se preze, logo de cara, os heróis não se dão bem, e por isso, antes de se entenderem, caem na porrada. A briga entre Thor, Capitão América e Homem de Ferro é sensacional, assim como a luta entre Thor e Hulk.
Vale ressaltar as atuações desse filme. Tom Hiddleton está mais despojado na pele de Loki, em vista da sua atuação em Thor. Aqui ele está mais malvado, mais insano. Embora Downey Jr seja o protagonista do filme, o destaque maior vai para Mark Ruffalo, que faz aqui um Hulk totalmente diferente do que vimos nos dois longas anteriores. O ator explora mais o lado humano de Banner. Se antes víamos o personagem tentando achar uma cura para o seu problema, aqui como ele consegue controlar o monstro.
Por ser fã de quadrinhos e também por ter escrito algumas histórias do grupo, o diretor Joss Whedon fez um filme para os fãs de quadrinhos em geral e uma das formas de homenagear os fãs mais radicais foi o Agente Coulson que simbolizou na tela todos os que curtem os heróis da Marvel.
Os Vingadores é para mim, um dos melhores filmes de heróis que já vi, pareando com Batman: O Cavaleiro das Trevas e X-Men: Primeira Classe. Resta saber agora se depois desse longa, a Marvel irá manter o padrão de qualidade com os filmes vindouros como as sequências Homem de Ferro 3, Thor 2, Capitão América 2 e etc, além da própria sequência dessa película. Se mantiver esse padrão, os fãs podem esperar por muitos bons filmes, e para finalizar, não poderia deixar de comentar o fato do filme ser a terceira maior bilheteria de todos os tempos e agora como diz a piada nas redes sociais, "Batman, faça a sua jogada".
P.S: Como todo filme da Marvel que se preze, esse também tem uma cena pós -créditos. Vale a pena ficar até o final, pois um importante personagem aparece.
Segue abaixo o trailer e o clipe extraido da trilha sonora do filme da banda Soundgarden:
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