quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Retrospectiva 2011: Àlbuns

Olá galera do blog!!!!!!!!! Depois de um bom tempo sem postagens, começarei o ano com um singelo Top 10 dos melhores àlbuns do ano ( na minha modesta e humilde opinião). Fiquem à vontade para opinarem também sobre quais trabalhos vocês acham que mereceram destaque nesse ano que passou. So, let's check out the nominies:


#10 INCUBUS- IF NOT NOW WHEN?


Depois de 5 anos sem material novo, O Incubus voltou  à atividade com um CD que dividiu os fãs. Com uma sonoridade bem diferente do que os fãs estão acostumados a ouvir,  Brandon Boyd & cia fez aqui um dos seus melhores trabalhos. Soando semelhante ao trabalho anterior do grupo, Light Grenades a banda inovou o seu som ao incorporar influências de rock progressivo em algumas faixas como "In The Company of Wolves" e mesmo soando mais pop, o grupo mostrou maturidade nas suas composições provando aos fãs que é capaz de surpreender a cada trabalho. Segue abaixo um vídeo  da música "Promises, Promises,",extraído desse trabalho novo dos caras:








#9 MACHINE HEAD- UNTO THE LOCUST


Após o excelente The Blackening, lançado em 2007 a banda californiana volta com um disco que, pelo menos p/ mim ficou um pouco abaixo do seu antecessor. Não que esse cd seja ruim. Muito pelo contrário, Unto the Locust é um bom àlbum. Com faixas como "Locust" que foi o carro-chefe desse álbum, o Machine Head  mostrou o porquê de ser considerado por muitos como uma das melhores bandas de metal da atualidade Segue ai o clipe de "Locust":











#8 CHICKENFOOT- CHICKENFOOT III


Eis que depois de um cd elogiado tanto pela crítica quanto pelo público, o Chickenfoot lança seu novo trabalho simplesmente  Chickenfoot III. Nesse trabalho, a banda está mais rock n' roll do que antes. Destaques para a faixa de abertura "Last Tempation", "Allright Allright", " Big Foot" que foi a música de trabalho e "Three And a Half Letters", que fala sobre pessoas que lutaram na Guerra do Iraque e que encontraram dificuldades ao retornarem para casa. Veja o clipe dessa faixa:


#7 CHRIS CORNELL- SONGBOOK




Enquanto os fãs aguardam ansiosos o novo trabalho do Soundgarden, Chris Cornell lançou no final do ano passado esse belo registro acústico onde ele mostra por que é um dos melhores cantores da atualidade. Tendo apenas voz & violão, o cantor faz um apanhado de toda a sua carreira, indo de Soundgarden até o Audioslave e canções de sua carreira solo. Cornell, inclusive apresentou o repertório desse àlbum no festival SWU em novembro. O cd ainda tem uma faixa inédita, chamada "The Keeper", escrita para o filme Machine Gun Preacher, de Marc Forester. Segue ai o clipe dessa faixa:


#6 MASTODON- THE HUNTER


Depois de lançarem o ótimo Crack The Skye  em 2009, o Mastodon lança agora mais um excelente trabalho. The Hunter traz 15 faixas que mostram o porque dessa banda ser diferente das demais bandas de metal da atualidade. Destaque para a faixa "Curl of The Burl" que ganhou um divertido vídeo que segue abaixo:


#5 MEGADETH- TH1RTE3N


Dois anos após lançarem o excepcional trabalho Endgame, Dave Mustaine volta com um dos melhores àlbuns do Megadeth desde que a banda retomou as atividades em 2004. Este àlbum é o primeiro com David Ellefson, baixista da formação original e que deixou a banda em 2002, mas que retornou 7 anos depois durante a turnê de Endgame. São 13 faixas,algumas são sobras de estúdio de cds como Youthanasia, Countdown To Extinction e United Abominations, que a banda retrabalhou. Destaque para "Sudden Death", "Public Enemy Nº1" que é o 1º single desse cd e " Never Dead", trilha sonora do jogo de mesmo nome. veja abaixo o divertido clipe de Public Enemy Nº1:



#4 BLINK 182- NEIGHBORHOODS


Seis anos após uma turbulenta separação e um acidente que quase custou a vida do baterista Travis Barker, os membros remanescentes da banda, Tom Delonge e Mark Hoppus resolveram deixar de lado as diferenças e gravaram este novo trampo. Seguindo a mesma sonoridade do àlbum anterior, Blink 182, de 2003, por sinal o último de inéditas do grupo, a banda mostra maturidade, mas ao mesmo tempo mantém a característica que fez a banda ser o que ela é hoje. Destaque para as faixas " Up All Night" carro-chefe desse cd, "After Midnight" e "Heart's All Gone". Segue abaixo o vídeo da faixa "Up All Night":



#3 ANTHRAX- WORSHIP MUSIC


Após diversas trocas de vocalistas nos últimos anos,  o Anthrax está de volta com o vocalista Joey Belladonna e lança um dos seus melhores trabalhos. Após uma introdução, intitulada "Worship", seguem mais 10 petardos que mostram as bandas de hoje como se deve fazer metal de verdade. Destaque para o próprio Belladonna, que está cantando melhor do que nunca e o trampo dos dois guitarristas, Scott Ian ( membro fundador da banda) e Rob Caggiano. Destaque também para as faixas " Fight'Em Till You Can't", " Earth On Hell", "In The End", escrita em homenagem a Dimebag Darrell, guitarrista das bandas Pantera e Damageplan, morto em 2004. Segue abaixo, uma das faixas extraidas desse trabalho intitulada "The Devil You Know":


#2  WHITESNAKE- FOREVERMORE


Conquistando a medalha de prata nesse meu Top 10 dos melhores de 2011, o novo àlbum do Whitesnake mostrou como se faz um bom cd de Hard Rock. Com 14 faixas do mais puro e bom Rock N' Roll, David Coverdale & cia, lançaram um dos melhores cds desse ano que se passou e isso não é somente eu que estou dizendo. Aclamado pela crítica e pelos fãs, que consideram esse um dos melhores da banda, junto com Still Of The Night de 1987, destacam-se as faixas " Love Will Set You Free", " I Need You ( Shine A Light) e "One of These Days" que tem uma pegada mais country. Claro que o destaque maior vai para Coverdale, que mesmo aos 60 anos continua cantando como nunca e mostrando porque ele é considerado como um dos melhores vocalistas da história do Rock. Abaixo, o vídeo de "Love Will Set You Free":



#1 FOO FIGHTERS- WASTING LIGHT


Unanimidade entre 10 entre 10 fãs e críticos, esse foi sem dúvida, o melhor àlbum de 2011. Comemorando 15 anos de banda, Dave Ghrol resolveu revisitar o passado nesse trabalho. Chamou o produtor Butch Vig, que já havia trabalhado com ele nos tempos de Nirvana , produzindo nada mais nada menos que Nevermind, que mudou o mundo da música em 1991. Além de Vig, Ghrol trouxe de volta o guitarrista Pat Smear, que foi do Foo Fighters de 1995 a 1997 e também seu parceiro de Nirvana, Krist Novoselic, que toca baixo em uma das faixas, "I Should Have Known". Os destaques desse cd são as faixas " Rope", que tem influência de outro trabalho de Dave, o Them Crooked Vultures ( com o baixista do Led Zeppelin John Paul Jones e Josh Homme, guitarrista e vocalista do Queens Of The Stone Age), "These Days", que para mim, é uma das melhores músicas da banda, "Dear Rosemary", com a participação especial de Bob Mould ( vocalista da banda Hüsker Du) e "Walk", que ganhou um divertido vídeo inspirado no filme "Um Dia de Fúria" com Michael Douglas ( se você ainda não viu, assista porque vale a pena). Veja o clipe de "Walk":


MENÇÃO HONROSA:

Como foram apenas 10 àlbuns, alguns tiveram de ficar de fora, como por exemplo Kicking and Screaming  de Sebastian Bach, que mostrou que ainda está em plena forma, o controverso Lulu da parceria entre Metallica & Lou Reed, o ótimo In Waves do Trivium e também 24 Hours do guitarrista Richie Kotzen. Além desses trabalhos, outros fatos que aconteceram em 2011 merecem a atenção nesse post, como por exemplo, as bandas que infelizmente encerraram as atividades, seja por brigas ou por simplesmente estarem cansadas, como R.E.M e o Silverchair. Por outro lado, tivemos o retorno da maior banda de metal de todos os tempos, o Black Sabbath que retronou com a sua formação original. Sim, Ozzy Osbourne ( vocal), Tony Iommi ( guitarra), Geezer Butler ( baixo) e Bill Ward ( bateria) estão de volta e estão gravando um novo trabalho com a produção do renomado Rick Rubin e sairão em turnê mundial em 2012. Vamos torcer para que a banda venha ao Brasil.

Além desses retornos, tivemos bons shows por aqui como o do Mr. Big, Avenged Sevenfold, Bad Religion, Pearl Jam e Aerosmith entre outros. 2011 também teve o retorno do Rock In Rio ao seu lugar de origem, num festival com um line-up bastante contestado pelos fãs,sendo chamado de "Pop In Rio" ou "Micareta In Rio" por algumas pessoas. Os melhores shows desse festival foram o do Coldplay, Slipknot, System of A Down, Stone Sour, Stevie Wonder, Metallica e Red Hot Chilli Peppers.

Em novembro aconteceu também a 2ª edição do festival SWU, na cidade de Paulina, no interior de São Paulo, e que foi considerado por muitos como superior, não só em termos de espaço, mas também de público e line-up por todos os que foram. Destaques para os shows do Down, Faith No More ( que deu um show a parte), Alice In Chians, Megadeth, Stone Temple Pilots, Lynyrd Skynyrd e Chris Cornell. Vale destacar também os fatores extra-palco, como a confusão entre o Ultraje A rigor e a equipe de Peter Gabriel, fato bastante comentado na época do festival.

Bom, espero que tenham gostado e opinem falando se concordam ou não.


domingo, 2 de outubro de 2011

Resenha Machine Head- Unto the Locust

Quatro anos após ter lançado sua obra prima, The Blackening, considerado pelos fãs como um classico do metal,eis que a banda lança agora seu sucessor intitulado Unto the Locust. Produzido pela própria banda e gravado no estúdio particular do Green Day, esse é um àlbum relativamente curto, contendo apenas 7 faixas, algumas consideradas longas e outras mais curtas.

 O cd abre com uma faixa intitulada " I Am Hell ( Sonata in C#), que começa bem estranha com um canto gregoriano, mas aos 1min e 10 seg, começa a porradaria. Logo nos primeiros riffs vemos que é uma música tipica do MH. Outro destaque do cd é "Locust" que é o primeiro single desse novo trabalho. essa música lembra bastante a sonoridade do àlbum Through the Ashes of The Empires, assim como o resto desse novo trabalho.

Outro destaque é a faixa "Darkness Within" que traz um belo trampo de vocal. Robb Flynn faz aqui seu melhor vocal, dosando bem os berros e o melódico, além de ser uma bela "balada" por assim dizer, uma das melhores baladas que o grupo já fez.

Depois de terem lançado um dos melhores àlbuns de sua carreira, o já citado anteriormente The Blackening,  fica difícil superar um trabalho tão bom quanto esse, mas a banda não fez feio, lançando um trabalho que está pelo menos no nível do Through the Ashes of the Empires.  Unto the Locust, pode não ser tão bom quanto seu antecessor, mas também não é o pior trabalho dos caras. Merece ser conferido com bastante atenção.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Crítica Capitão América: O Primeiro Vingador

Resenha Anthrax- Worship Music

Já fazem 8 anos desde que esse ícone do thrash metal lançou seu álbum de inéditas We've Come For You All com John Bush ainda no vocal. De lá p/ cá, muita coisa aconteceu com a banda: Houve uma tentativa frustrada de reunião da banda em 2005, Joey Belladonna saiu, John Bush fez alguns shows, outro vocal entrou, Dan Nelsone parecia que tudo ia bem na banda, até que Nelson saiu e foi substituído por Bush, que também deixou o grupo e com isso, Belladonna reassumiu os vocais, fazendo inclusive a turnê dos Big 4, om Metallica, Megadeth e Slayer.

Nessa confusão toda, a banda chegou a gravar esse àlbum, intitulado Worship Music porém com Nelson no vocal. Depois de sua saída e a volta de Belladonna, eles regravaram tudo e eis que sai agora um candidato a melhor cd do ano e o melhor dos caras
.
 O album começa com uma intodução, intitulada "Worship" que prepara o ouvinte para a apulada que vem a seguir, intitulada propiciamente de "Earth On Hell", uma das melhores faixas desse cd. A faixa seguinte, "The Devil You Know" é outra porradaria. A 3ª música, "Fight'Em Till You Can't" é uma que lembra bastante a época do cd Persistence of Time, por sinal o último com Joey no vocal, lançado em 1990.
Outro destaque do cd é a faixa "The Constant" que traz um ótimo trampo de guitarras e uma excelente performance de Belladonna. Mas claro que o grande destaque é claro Joey Belladonna, que mostra porque é um dos melhores vocais da história do metal. Confesso que não era fã dele, mas depois de ver o sujeito cantar "Only' no show do Big Four na Bulgária, e ouvir esse petardo, fiquei fã do cara.

Se você  está afim de ouvir um ÓTIMO ( em letras garrafais mesmo )cd de metal, esse aí é o álbum. Uma aula p/ essas bandas novas de como se deve fazer metal de verdade, sem frescuras e quem achava que a banda estava acabada e que não tinha fôlego p/ lançar mais bons trabalhos, ouçam Worship Music e saibam que os caras ainda tem muito a fazer pelo metal e pela música em geral.

Crítica: Lanterna Verde

Esse film foi justamente o que eu esperava. Dirigido por Martin Campbell ( o mesmo responsável por 007 Cassino Royale), Lanterna Verde é um filme divertido....... e só. O filme conta a história de Hal Jordan, piloto de avião que tem medo de lhe acontecer o mesmo que seu pai que morre num acidente aéreo. Ele recebe um anel de um vigilante intergalático, que são os lanternas, responsáveis por manter a paz no universo.

A partir do momento em que ele recebe o referido anel das mãos do alienígena Abin-Sur ( Temuera Morrison, o Jango Fett de Star Wars:Episódio II) é que o longa começa a se tornar divertido. O treinamento de Hal na Tropa dos Lanternas é uma das poucas coisas que se salvam nesse filme. O planeta onde os lanternas treinam por sinal, é muito bem feito, méritos para a equipe técnica que fez um ótimo trabalho.

Quanto as atuações, destaques para Mark Strong, que interpreta com maestria o vilão Sinestro, que é o arqui-rival do herói. Já Ryan Reynolds, que interpreta o protagonista, não tem o mesmo carisma de Robert Downey Jr. Ele faz de seu Hal Jordan, um personagem brincalhão, o que não condiz com o personagem nas HQ's que é bastante sério. Outro destaque é Peter Saarsgard, que interpreta o vilão Hector Hammond, que poderia ter sido melhor explorado, culpa do péssimo roteiro.

Um fato negativo é a inteligência limitada do protagonista, que em determinado momento da  projeção é capaz de criar uma pista de Hot Wheels para salvar uma pessoa  e quando enfrenta a verdadeira ameaça do filme, o alienígena Parallax, ele o faz criando uma metrralhadora ( detalhe: O monstro é do tamanho da Terra).

Com tantos aspectos negativos, o filme até que não é dos piores, mas também não é nenhum  X-Men: Primeira Classe, mas poderia ter sido muito melhor.
P.S: No final do longa, há uma cena muito bacana pós-créditos. Confira abaixo o trailer do filme:

domingo, 17 de julho de 2011

Resenha Black Stone Cherry- Between The Devil And The Deep Blue Sea

Três anos depois do ótimo Folklore And Superstition, o quarteto de Kentucky está de volta com um álbum que dividiu os fãs. Muita gente gostou, mas muita gente odiou esse novo trabalho dos caras. Com uma sonoridade mais pop, a banda chega agora ao seu terceiro cd, com produção de Howard Benson, que produziu Motorhead, P.O.D e Sepultura.

O cd até começa bem com as boas "White Trash Millionaire", "Killing Floor" e "In My Blood", mas a partir da quinta faixa, "Won't Let Go" começa a mistura entre baladas e músicas pesadas e isso desagradou muitos fãs que esperavam um cd que mantivesse o peso dos dois primeiros àlbuns.

As baladas não são ruins, como por exemplo "Stay" e "All I'm Dreaming Of", faixa que encerra o cd. São boas músicas, mas não são nenhuma "Things My Father Said" ( faixa do 2º cd, Folklore and Sperstition).

Depois de dois ótimos àlbuns, esperava-se mais desse novo trabalho.Não que o cd seja ruim, coisa que certamente não é, mas comparando com os trabalhos anteriores esse novo trabalho fica aquém do que a banda fez até agora e que é o que fez  fama dos caras.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Crítica X-Men: Primeira Classe

Tá ai um filme que me surpreendeu. Quando anunciaram que esse filme seria feito, fiquei com os dois pés atrás, já que me decepcionei bastante com os dois últimos longas da franquia ( X-Men: O Confronto Final e o terrível X-Men Origens: Wolverine) e tinha medo que esse longa também manchasse o nome da franquia, mas o diretor Matthew Vaughn apostou ao fazer um reboot da saga dos mutantes. Foi uma aposta arriscada, mas que no final se mostrou certeira.

O filme é centrado na formação dos X-Men e o início da amizade entre Charles Xavier & Erik Lensherr, que mais tarde se tornaria o vilão Magneto, e o filme o tempo todo mostra essa diferença entre os dois. Enquanto Charles é mais, digamos "festeiro", Erik é mostrado como um jovem cheio de ódio pelo o que lhe acontece na sua infância e que busca vingança pelo o que fizeram a ele. Essa interação se deve graças ao excelente trabalho dos dois atores( James McAvoy e Michael Fassbender) que representaram dois ícones dos quadrinhos: Xavier e Magneto, respectivamente. Fassbender, aliás, faz de seu Magneto um dos melhores vilões surgidos nos últimos tempos. Incorporando elementos do  Magneto, interpretado por Sir Ian McKellen na trilogia inicial, ele acerta ao mostrar o vilão como um jovem que ainda não sabe a extensão do seu poder.

A maneira com que Xavier descobre haver outros mutantes como ele, quando somos apresentados a outro mutante bastante conhecido dos quadrinhos, Hank McCoy,também conhecido como Fera, é bem interessante e nesse momento em que os dois amigos começam a procurar por outros mutantes, temos uma ponta de um mutante bastante adorado por fãs. Os outros membros dos X-men também merecem destaque, como Jennifer Lawrence (indicada ao Oscar desse ano por Inverno da Alma) que interpreta a mutante transforma Mística. A relação entre ela e Charles, é outro ponto forte do longa. Enquanto Xavier quer que a jovem tente se misturar as pessoas "normais",Lensherr faz o caminho inverso: Ele influencia Mística a aceitar a sua verdadeira  forma.
As cenas de ação são de tirar o fôlego, em especial a cena final ( claro q não vou dizer qual é). Digamos que Magneto mostra por que ele é um dos maiores vilões do univverso Marvel. Outro ponto forte do longa foi a de se usar a crise entre EUAx Rússia nos anos 60 como pano de fundo para a história. Além de desenvolver a história dos mutantes, o clima que rondava o país naquela época serve para criar uma certa tensão no longa.

Depois do lançamento de Batman: O Cavaleiro das Trevas, os filmes sobre quadrinhos alcançaram um novo patamar e esse novo X-Men facilmente se enquadra na lista de melhores filmes sobre quadrinhos junto com o longa do morcegão, pois é um filme que agrada não só a fãs, mas também quem nunca leu nada a respeito dos mutantes.