domingo, 6 de maio de 2012
Resenha: Lostprophets- Weapons
Depois do bom àlbum The Betrayed, de 2010, Ian Watkins & cia estão de volta com esse ótimo cd intitulado Weapons. Prometendo uma volta as origens da banda, com a sonoridade apresentada no debut de estréia The Fake Sound of Progress, esse novo trabalho da banda galesa mistura elementos do àlbum mais famoso da banda, Start Something de 2004 com elementos dos dois últimos lançamentos da banda: Liberation Transmission de 2006 e o já citado àlbum lançado em 2010.
Os destaques desse novo trabalho são as faixas " Bring' Em Down" que abre o cd, "Better Off Dead", que traz elementos do Start Something, " If you Bring a Gun, We'll Bring An Arsenal" que traz bons riffs. Outro destaque é a faixa "Another Shot". As baladas também estão presentes nesse novo trabalho, como as faixas "You And Me" "A Song For Where I'm From" e " A Little Reminder That I'll Never Forget".
Independente da banda ser considerada como Nu-metal, emo, etc, Weapons é um cd que merece ser conferido, pois é um dos melhores trabalhos da banda, que está amdurecendo a cada trabalho.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Crítica: Missão Impossível: Protocolo Fantasma
(Mission Impossible: Ghost Protocol, EUA,2011)
Este é o quarto exemplar da franquia, iniciada em 1996 e o quarto filme com um diretor diferente. O primeiro longa, lançado em 96 teve como diretor Brian De Palma. O segundo ( bastante contestado pelos fãs), lançado em 2000 foi dirigido pelo cineasta chinês John Woo e o terceiro, de 2006 foi dirigido por J.J. Abrahams, o criador das séries Lost, Alcatraz e Alias. Agora chegou a vez de Brad Bird, oriundo das animações da Pixar, como Os Incríveis, assumir a direção de um longa da série.
E ele não faz feio em sua estréia em um filme live-action ( filmes com atores de verdade). Ele entrega ao público um dos melhores filmes da saga, junto com o 1º e o 3º longa. Misturando elementos de todos os filmes anteriores, esse Protocolo Fantasma traz mais uma vez Tom Cruise no papel do agente Ethan Hunt, mas ao contrário dos filmes anteriores, não traz Ving Rhames no papel de Luther Stickwell.
A trama mostra Hunt tendo que lidar com um atentado no Kremlin ( que é uma espécie de parlamento russo) feito por um terrorista de nome Cobalt. Só que Hunt e sua equipe são responsabilizados pelo atentado e o governo norte-americano resolve acabar com a IMF, forçando dessa maneira a utilizar o tal "protocolo fantasma" do título que nada mais é, do que uma espécie de "permissão" para os agentes atuarme fora de sua jurisdição, mas sempre lembrando-os de que se forem pegos, o governo negará a sua existẽncia e eles serão tratados como terroristas.
O longa tem ótimas cenas de ação, como a própria explosão na Rússia, que me lembrou bastante a cena da ṕonte no terceiro filme; Como sempre, Cruise dispensa dublẽs nas cenas mais perigosas e que se tornaram as mais clássicas da saga, sempre com ele fazendo algum típo de peripércia escalando alguma montanha, edifício e etc. Nesse filme temos o ator escalando nada mais nada menos do que a Burj Khalifa, em Dubai.
Quanto ao elenco, destacam-se Paula Patton, que faz o papel de Jane Carter, uma agente escalada para ajudar Hunt em sua missão de pegar o terrorista; Simon Pegg, que faz aqui o papel cômico do filme, interpretando o agente Benji Dunn reprisando o seu personagem, interpretado no longa de 2006 e, por fim, temos Jeremy Renner ( Guerra ao Terror) no papel de Brandt, um agente que sabge muita coisa sobre Ethan. Renner, inclusive foi alvo de rumores que diziam que ele estaria no filme para ser uma espécie de aprendiz de Ethan Hunt e que o seu personagem é que daria continuidade a saga. Vale destacar também a ótima forma física de Tom Cruise, que mesmo beirando os 50 anos ( o astro já tem 47) continua sendo capaz de protagonizar cenas de ação com bastante maestria como as cenas já mencionadas acima.
O único porém são os vilões, Hendricks ( interpretado por Michael Nyqvist) e Sabine Moreau( interpretada pela atriz francesa Léa Seydoux) que não causam a mesma empatia com o público como foi por exemplo, o vilão Owen Davian ( interpretado com maestria por Phillip Seymour Hoffman no terceiro filme), que foi um vilão completamente ameaçador, ou então Jim Phelps ( interpretado por Jon Voight no primeiro filme). Outro ponto interessante é que em todos so filmes da saga, Hunt sempre teve diferentes chefes interpretados por grandes atores e nesse, não foi diferente. Assim como o próprio Voight no primeiro filme, Sir Anthony Hopkins no segundo, Lawrence Fishburne no terceiro, nesse foi a vez de Tom Wilkinson fazer o papel de chefe de Cruise.
Mesmo apesar desses fatores negativos, o longa diverte e mostra que a franquia ainda vai longe. Tomara que ainda seja com o astro.
Este é o quarto exemplar da franquia, iniciada em 1996 e o quarto filme com um diretor diferente. O primeiro longa, lançado em 96 teve como diretor Brian De Palma. O segundo ( bastante contestado pelos fãs), lançado em 2000 foi dirigido pelo cineasta chinês John Woo e o terceiro, de 2006 foi dirigido por J.J. Abrahams, o criador das séries Lost, Alcatraz e Alias. Agora chegou a vez de Brad Bird, oriundo das animações da Pixar, como Os Incríveis, assumir a direção de um longa da série.
E ele não faz feio em sua estréia em um filme live-action ( filmes com atores de verdade). Ele entrega ao público um dos melhores filmes da saga, junto com o 1º e o 3º longa. Misturando elementos de todos os filmes anteriores, esse Protocolo Fantasma traz mais uma vez Tom Cruise no papel do agente Ethan Hunt, mas ao contrário dos filmes anteriores, não traz Ving Rhames no papel de Luther Stickwell.
A trama mostra Hunt tendo que lidar com um atentado no Kremlin ( que é uma espécie de parlamento russo) feito por um terrorista de nome Cobalt. Só que Hunt e sua equipe são responsabilizados pelo atentado e o governo norte-americano resolve acabar com a IMF, forçando dessa maneira a utilizar o tal "protocolo fantasma" do título que nada mais é, do que uma espécie de "permissão" para os agentes atuarme fora de sua jurisdição, mas sempre lembrando-os de que se forem pegos, o governo negará a sua existẽncia e eles serão tratados como terroristas.
O longa tem ótimas cenas de ação, como a própria explosão na Rússia, que me lembrou bastante a cena da ṕonte no terceiro filme; Como sempre, Cruise dispensa dublẽs nas cenas mais perigosas e que se tornaram as mais clássicas da saga, sempre com ele fazendo algum típo de peripércia escalando alguma montanha, edifício e etc. Nesse filme temos o ator escalando nada mais nada menos do que a Burj Khalifa, em Dubai.
Quanto ao elenco, destacam-se Paula Patton, que faz o papel de Jane Carter, uma agente escalada para ajudar Hunt em sua missão de pegar o terrorista; Simon Pegg, que faz aqui o papel cômico do filme, interpretando o agente Benji Dunn reprisando o seu personagem, interpretado no longa de 2006 e, por fim, temos Jeremy Renner ( Guerra ao Terror) no papel de Brandt, um agente que sabge muita coisa sobre Ethan. Renner, inclusive foi alvo de rumores que diziam que ele estaria no filme para ser uma espécie de aprendiz de Ethan Hunt e que o seu personagem é que daria continuidade a saga. Vale destacar também a ótima forma física de Tom Cruise, que mesmo beirando os 50 anos ( o astro já tem 47) continua sendo capaz de protagonizar cenas de ação com bastante maestria como as cenas já mencionadas acima.
O único porém são os vilões, Hendricks ( interpretado por Michael Nyqvist) e Sabine Moreau( interpretada pela atriz francesa Léa Seydoux) que não causam a mesma empatia com o público como foi por exemplo, o vilão Owen Davian ( interpretado com maestria por Phillip Seymour Hoffman no terceiro filme), que foi um vilão completamente ameaçador, ou então Jim Phelps ( interpretado por Jon Voight no primeiro filme). Outro ponto interessante é que em todos so filmes da saga, Hunt sempre teve diferentes chefes interpretados por grandes atores e nesse, não foi diferente. Assim como o próprio Voight no primeiro filme, Sir Anthony Hopkins no segundo, Lawrence Fishburne no terceiro, nesse foi a vez de Tom Wilkinson fazer o papel de chefe de Cruise.
Mesmo apesar desses fatores negativos, o longa diverte e mostra que a franquia ainda vai longe. Tomara que ainda seja com o astro.
sábado, 7 de abril de 2012
Os 10 Melhores filmes sobre a máfia
Olá a todos os seguidores do blog!!!!!!!!!!! Dessa vez em homenagem aos 40 anos do laçamento de O Poderoso Chefão , resolvi fazer mais um polêmico Top 10, tendo como base os melhores filmes sobre a máfia. Bom ,espero que gostem e não deixem de comentar!!!!!!
Abraço à todos (as)
Como de costume, logo após o texto tem os trailers dos respectivos filmes
#10 OS INFILTRADOS ( The Departed, EUA,2008)
Iniciando esse Top 10, temos aqui um dos melhores filmes da parceria entre Leonardo DiCaprio e o diretor Martin Scorcese. Essa refilmagem de um longa asiático, conta a história de dois homens que trabalham infiltrados ( como o próprio nome do longa nos diz) sendo um deles ( interpretado por DiCaprio),- um policial que trabalha infiltrado na máfia e o outro um mafioso irlandês( interpretado por Matt Damon) que trabalha para a polícia, mas na verdade é um informante da máfia disfarçado,- mas sem que um saiba a identidade do outro, até o momento em que ambas as identidades são descobertas e eles tem que salvarem sua pele para não serem descobertos pelas pessoas para as quais elas trabalham. O elenco conta com o veterano Jack Nicholson em um dos seus melhores papéis, além de Mark Wahlberg e Martin Sheen. O longa, foi o grande vencedor do Oscar 2007 levando para casa as estatuetas de Melhor Diretor ( Martin Scorcese), Edição ( Thomas Schoonmaker), Filme e ainda teve Wahlberg indicado na categoria de Melhor Ator Coadjuvante
#9 DONNIE BRASCO ( Donnie Brasco, EUA,1997)
Esse longa, lançado em 1997, foi considerado por muitos críticos como um dos melhores filmes do gênero desde o clássico O Poderoso Chefão. É baseado na história real do agente Joseph Pistone, um agente disfarçado do FBI que durante muitos anos trabalhou como mafioso na tentativa de prender o gangster Benjamin "Lefty" Ruggiero, mas com o passar do tempo, Pistone deixou se influenciar pelo trabalho e não sabia mais quem ele era. Nos respectivos papéis temos aqui Johnny Depp, que desfrutava do seu prestígio graças a filmes como Edward Mãos de Tesoura, Tempo Esgotado e o grande Al Pacino fazendo aqui uma das suas melhores interpretações em anos, no papel de Ruggiero. O longa, dirigido por Mike Newell, que até então possuia em seu currículo apenas a comédia Quatro Casamentos e Um Funeral, foi indicado a duas estatuetas em 1998, mas infelizmente acabou levando só a de Roteiro Adaptado (Paul Attanasio).
#8 OS INTOCÁVEIS ( The Untouchables, EUA 1987)
Esse é um clássico dos filmes sobre a máfia. Brilhantemente dirigido por Brian De Palma, a película mostra o agente federal Elliot Ness ( interpretado pelo então astro Kevin Costner) na caçada a um dos maiores mafiosos de todos os tempos: Al Capone ( Robert DeNiro, numa atuação impecável). O filme tem cenas memoráveis. Como não se arrepiar na clássica cena da escadaria? Além de DeNiro e Costner, temos também ninguém mais ninguém menos que Sir Sean Connery como Malone, uma espécie de mentor de Ness. Connery, inclusive levou a estatueta de Melhor Ator Coadjuvante em 1988. Além desse prêmio, o longa também ganhou o Oscar de Melhor Direção de Arte ( Patrízia Von Brandenstein, William A. Elliot e Hal Gausman), além de ter sido indicado na categoria de Melhor Figurino (Marilyn Vance) e Melhor Trilha Sonora (Ennio Morricone).
#7 CASSINO ( Cassino, EUA,1995)
Mais uma obra prima de Scorcese. Aqui ele repete a parceria com DeNiro e Joe Pesci ( ambos atuaram no filme Os Bons Companheiros). O longa fala sobre cobiça, poder... tudo isso ligado ao controle de cassinos e a disputa amorosa entre dois amigos para ver quem fica com o controle de tudo. O longa rendeu a Sharon Stone a indicação ao Oscar de Melhor Atriz, prêmio que ela acabou não vencendo.
Abraço à todos (as)
Como de costume, logo após o texto tem os trailers dos respectivos filmes
Iniciando esse Top 10, temos aqui um dos melhores filmes da parceria entre Leonardo DiCaprio e o diretor Martin Scorcese. Essa refilmagem de um longa asiático, conta a história de dois homens que trabalham infiltrados ( como o próprio nome do longa nos diz) sendo um deles ( interpretado por DiCaprio),- um policial que trabalha infiltrado na máfia e o outro um mafioso irlandês( interpretado por Matt Damon) que trabalha para a polícia, mas na verdade é um informante da máfia disfarçado,- mas sem que um saiba a identidade do outro, até o momento em que ambas as identidades são descobertas e eles tem que salvarem sua pele para não serem descobertos pelas pessoas para as quais elas trabalham. O elenco conta com o veterano Jack Nicholson em um dos seus melhores papéis, além de Mark Wahlberg e Martin Sheen. O longa, foi o grande vencedor do Oscar 2007 levando para casa as estatuetas de Melhor Diretor ( Martin Scorcese), Edição ( Thomas Schoonmaker), Filme e ainda teve Wahlberg indicado na categoria de Melhor Ator Coadjuvante
#9 DONNIE BRASCO ( Donnie Brasco, EUA,1997)
Esse longa, lançado em 1997, foi considerado por muitos críticos como um dos melhores filmes do gênero desde o clássico O Poderoso Chefão. É baseado na história real do agente Joseph Pistone, um agente disfarçado do FBI que durante muitos anos trabalhou como mafioso na tentativa de prender o gangster Benjamin "Lefty" Ruggiero, mas com o passar do tempo, Pistone deixou se influenciar pelo trabalho e não sabia mais quem ele era. Nos respectivos papéis temos aqui Johnny Depp, que desfrutava do seu prestígio graças a filmes como Edward Mãos de Tesoura, Tempo Esgotado e o grande Al Pacino fazendo aqui uma das suas melhores interpretações em anos, no papel de Ruggiero. O longa, dirigido por Mike Newell, que até então possuia em seu currículo apenas a comédia Quatro Casamentos e Um Funeral, foi indicado a duas estatuetas em 1998, mas infelizmente acabou levando só a de Roteiro Adaptado (Paul Attanasio).
#8 OS INTOCÁVEIS ( The Untouchables, EUA 1987)
Esse é um clássico dos filmes sobre a máfia. Brilhantemente dirigido por Brian De Palma, a película mostra o agente federal Elliot Ness ( interpretado pelo então astro Kevin Costner) na caçada a um dos maiores mafiosos de todos os tempos: Al Capone ( Robert DeNiro, numa atuação impecável). O filme tem cenas memoráveis. Como não se arrepiar na clássica cena da escadaria? Além de DeNiro e Costner, temos também ninguém mais ninguém menos que Sir Sean Connery como Malone, uma espécie de mentor de Ness. Connery, inclusive levou a estatueta de Melhor Ator Coadjuvante em 1988. Além desse prêmio, o longa também ganhou o Oscar de Melhor Direção de Arte ( Patrízia Von Brandenstein, William A. Elliot e Hal Gausman), além de ter sido indicado na categoria de Melhor Figurino (Marilyn Vance) e Melhor Trilha Sonora (Ennio Morricone).
#7 CASSINO ( Cassino, EUA,1995)
Mais uma obra prima de Scorcese. Aqui ele repete a parceria com DeNiro e Joe Pesci ( ambos atuaram no filme Os Bons Companheiros). O longa fala sobre cobiça, poder... tudo isso ligado ao controle de cassinos e a disputa amorosa entre dois amigos para ver quem fica com o controle de tudo. O longa rendeu a Sharon Stone a indicação ao Oscar de Melhor Atriz, prêmio que ela acabou não vencendo.
#6 OS BONS COMPANHEIROS ( Goodfellas, EUA,1990)
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Como já havia mencionado no filme anterior desse Top 10, temos aqui a parceria entre DeNiro, Pesci e Ray Liotta. O longa conta a história de três amigos que tinham o sonho de serem mafiosos um dia e como a amizade entre eles é abalada a partir do momento em que um deles entrega os seus amigos para o FBI. Os destaques claro, vão para o trio de protagonistas: Pesci, DeNiro e Liotta, em sua melhor atuação. Pesci, inclusive ganhou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante em 1991. Além dessa indicação, o longa teve outras cinco: Melhor Atriz Coadjuvante ( Lorraine Bracco), Melhor Diretor ( Martin Scorcese), Melhor Edição ( Thomas Schoonmaker), Melhor Fotografia ( Irwin Winkler) e Melhor Roteiro Adaptado ( Nicholas Pilleggi e Martin Scorcese)
#5 INIMIGOS PÚBLICOS ( Public Enemies, EUA,2009)
Enfim chegamos ao Top 5 com esse belo trabalho do diretor Michael Mann. Esse filme conta a história da fundação do FBI tendo como pano de fundo a captura do perigoso gãngster John Dillinger ( Johnny Depp) pelas mãos do agente Melvin Purvis ( Christian Bale). O longa conta com uma bela fotografia e excelentes atuações tanto de Depp, quanto de Bale. Destacam-se também a atriz Marion Cotillard (vencedora do Oscar de Melhor Atriz por Piaf) no papel do interesse amoroso de Dillinger. Completam o elenco, David Wenham ( O Faramir de O Senhor Dos Anéis: As Duas Torres e O Retorno Do Rei), Channing Tatum ( G. I Joe: A Origem de Cobra) e Stephen Dorff ( Imortais). Outro destaque é a trilha sonora, contando com nomes como Billie Holliday e Ottis Taylor
#4 SCARFACE ( Scarface,EUA,1983)
Esse é sem sombra de dúvida uma das melhores atuações de Al Pacino. O longa, dirigido por Brian De Palma e roteirizado por ninguém mais ninguém menos que Oliver Stone conta a história do gângster Tony Montana, um cubano que vai para os EUA tentar a vida, mas que acaba se tornando um dos maiores chefões do cartel de drogas do país. O longa inspirou o famoso game GTA: Vice City, que possuí cenários bastante similares aos do filme,inclusive a mansão onde ocorre o desfecho do filme. Outro fato bastante curioso sobre a película é o número de vezes que Pacino fala a palavra fuck no decorrer do longa: 182. Esse número inspirou a banda punk Blink182. Por serem fãs de Scarface, eles utilizaram o referido numeral no nome do grupo. O longa foi indicado a 3 Globos De Ouro: Melhor Trilha Sonora (Giorgio Moroder), Melhor Ator na categoria Drama ( Al Pacino) e Ator Coadjuvante ( Steven Bauer)
#3 O PODEROSO CHEFÃO 3 ( The Godfather part III, EUA,1990)
Chegamos ao pódio desse Top 10 com a melhor trilogia sobre o tema: A clássica trilogia O Poderoso Chefão, escrita por Mário Puzo e levada ao cinema pelas mãos de Francis Ford Coppolla. Esse é o capítulo final da saga, rodada no início dos anos 90. Aqui vemos a decadência de Michael Corleone. A história se passa no final dos anos 70 entre Nova York e a Itália e mostra Michael tentando se tornar um cidadão honesto e deixar seu passado para trás, mas a chegada de um filho bastardo ( interpretado por Andy Garcia), o faz voltar a tudo aquilo que deixara. O longa teve uma curiosidade: Winona Ryder estava cotada para interpretar a filha de Michael, Mary, mas após alguns desentendimentos com a produção, a filha de Francis, Sofia ficou com o papel em uma desastrosa atuação sendo severamente criticada por isso. Depois disso ela se tornou diretora realizando filmes relativamente bons como Encontros & Desencontros, que inclusive lhe rendeu indicações ao Oscar em 2004. Essa terceira parte foi indicada a 7 Oscars: Melhor Ator Coadjuvante ( Andy Garcia), Direção de Arte ( Dean Tavoularis & Gary Fettis), Fotografia ( Gordon Willis), Diretor ( Francis Ford Coppolla), Montagem ( Barry Malkin, Lisa Fruchtman & Walter Murch), Canção Original ( Carmine Coppolla [music], John Bettis [lyrics]) pela música "Promise Me You'll Remember" e por fim, Melhor Filme em 1991.
#2 O PODEROSO CHEFÃO PARTE II ( The Godfather part II, EUA,1974)
Com a medalha de prata, temos a segunda parte da trilogia. Aqui vemos a juventude e a ascensão de Vito Corleone ( interpretado na adolescência por um jovem Robert De Niro). Paralelo a história de Vito, é mostrado também a ascensão de Michael, como o novo Dom. O longa tem como pano de fundo, a Revolução Cubana, ocorrida em 1958. Uma história curiosa sobre a película foi contada pelo ator Matt Damon durante uma entrevista ao site Omelete, onde ele conta que Coppolla não queria fazer a sequencia, mas que o estúdio havia dito a ele que era uma boa ideia. O longa foi indicado a 6 Oscars, vencendo em todas as categorias a qual foi indicado: Melhor Ator ( Robert De Niro, que não foi a premiação), Direção de Arte (Dean Tavoularis, Angelo P. Graham & George R. Nelson),Diretor ( Francis Ford Coppolla), Música Original ( Nino Rota & Carmine Coppolla, mas Rota não compareceu a cerimônia), Filme ( Francis Ford Coppolla, Gray Frederickson & Fred Roos) e por fim, Roteiro Adaptado ( Francis Ford Coppolla & Mario Puzo). Além das 6 estatuetas, Poderoso Chefão II recebeu indicações a Ator Coadjuvante ( Lee Strasberg), Ator ( Al Pacino), Atriz Coadjuvante ( Talia Shire) e Figurino (Theadora Van Runkle). Segue abaixo o trailer do longa e a entrevista de Damon:
#1 O PODEROSO CHEFÃO ( The Godfather, EUA,1972)
Para terminar esse Top 10 com chave de Ouro, nada melhor que aquele que é considerado como o melhor filme da história do cinema. Lançado em 1972, esse filme conta a história da família Corleone e a sua ascensão dentro da máfia siciliana. Contando com uma inspirada atuação de Marlon Brando no papel do patriárca da família mafiosa, Dom Vito Corleone, Coppolla nos mostra uma visão diferente dos mafiosos. Geralmente violentos, aqui eles são retratados como pessoas que valorizam acima de tudo a lealdade. a trilha sonora, composta por Ennio Morricone é uma das mais belas trilhas de todos os tempos, sendo utilizada até hoje. O guitarrista Slash ( ex- Guns N` Roses) sempre toca a música antes da execução de " Sweet Child O`Mine". Como não se lembrar de cenas antológicas como a cena em que o produtor de Hollywood se recusa a fazer um favor a Dom Corleone e como consequência, acorda com a cabeça do seu cavalo de estimação na sua cama? e a famosa frase dita por ele: "Vou fazer uma proposta que ele não poderá recusar". A realização do longa foi bem problemática: os produtores e o estúdio não queriam Coppolla na direção do longa e o mesmo também não queria fazê-lo por medo de que a imagem dos seus antepassados fosse manchada ( o diretor é ítalo-americano).
A escolha do elenco foi outro ponto de controvérsia entre o diretor e o estúdio. Enquanto a Paramount queria Brando para o papel de Corleone, o estúdio queria Ernest Borgnine. O cineasta acabou por escalar Brando, mas pagou ao ator um salário bem menor. Para o papel de Michael, o estúdio queria Robert Redford, mas Coppolla apostou no mtalento de um então desconhecido ator também ítalo-americano chamado Al Pacino. Uma curiosidade sobre a escolha do elenco é que nomes como Jack Nicholson, Dustin Hoffman, Warren Beatty e pasmen, Sylvester Stallone fizeram testes para participarem do filme nos papéis de Michael Corleone, Tom Hagen e Carlo Rizzi e Paulie Gatto.
No final das contas o longa acabou levando para casa 3 Oscars: Melhor Ator ( Marlon Brando, que se recusou a ir a cerimônia, o ator enviou uma índia em seu lugar), Roteiro Adaptado ( Mario Puzo & Feancis Ford Coppolla) e Melhor Filme ( Albert S. Ruddy) e foi indicado em outras 6 categorias: Ator Coadjuvante ( James Caan, Robert Duvall & Al Pacino), Melhor Figurino (Anna Hill Johnstone), Diretor ( Francis Ford Coppolla), Edição (William Reynolds & Peter Zinner), Trilha Sonora ( Nino Rota) e Mixagem de Som (Charles Grenzbach, Richard Portman & Christopher Newman). Hoje em dia, o filme é considerado por muitos críticos como melhor filme já feito na história do cinema. Em tempos em que adaptações literárias invadem as telas todos os anos, as vezes indo muito bem nas bilheterias, como as sagas Harry Potter e Crepúsculo, outras nem tanto como John Carter: Entre Dois Mundos, a saga mafiosa mostra-se um belo exemplo de adaptação literária, sendo bastante fiel a obra de Mario Puzo e mesmo após 40 anos, o filme continua sendo insuperável e é um filme OBRIGATÓRIO para todos os amantes do cinema.
quinta-feira, 1 de março de 2012
setlists: saber ou não saber?
Olá pessoal!!!!!!! outro dia estava lendo na internet sobre os shows das bandas gringas que vem p/ cá e notei que em todas as matérias sempre era divulgado o setlist de algum show da turnê para o público tirar como base do show que será realizado em terras tupiniquins. Daí eu fiquei pensando o seguinte: Se as pessoas verem o repertório, na hora do show perderia um pouco da graça de se ir a shows, certo?
Lembro me uma vez, há uns 14 anos atrás, iria rolar um festival em BH chamado Crash of The Titãs ( ou algo parecido) no aniversário da cidade e contaria com as bandas Megadeth, Whitesnake, Quenensrÿche, Tianastácia e Overdose. Me recordo de que quando fiquei sabendo, por intermédio de amigos que Dave Mustaine & cia tocariam na capital miniera ( coisa que até então eu achava IMPOSSÍVEL de rolar) eu e o meu irmão ficamos discutindo sobre com qual música eles iriam abrir o show. Discutimos sobre se seria com Holy Wars ou Skin O'My Teeth, já que essa última era a música que eles estavam utilizando na abertura dos shows da turnê passada. Eu ainda disse a ele que estava ficando louco... que eles jamais abririam com Holy Wars... talvez fechassem o show com ela. Quando começou o show, após uma introdução orquestrada, qual foi a nossa surpresa? Os caras abriram o show com Holy Wars!!!!!!!!!! Fiquei extasiado na hora em que vi os caras tocando a música alí na minha frente. Dali em diante ficávamos nos perguntando: " o que será que vem na sequência?", e assim foi durante todo do show.
Hoje em dia, isso já não ocorre mais. Basta ir nas comunidades das bandas em redes sociais e ver qual foi o repertório do último show para saber quais músicas eles vão tocar e quais ficarão de fora. Isso p/ mim,é algo que não concordo. Tudo bem, se você quiser ir lá e ver o set ok, é um direito seu. Mas p/ mim, perde um pouco do encanto de ir aos shows, ter aquela sensação de surpresa quando alguém toca uma música que você não esperaria que esta ou aquela determinada banda tocasse.
Um raro exemplo de banda que sempre muda os repertórios dos shows é o Pearl Jam. Na mais recente passagem dos caras pelo nosso país, nenhum show teve o mesmo repertório. Claro que teve músicas que não poderiam faltar como Jeremy, mas em alguns dos shows eles surpreenderam ao tocar por exemplo, Oceans, faixa que raramente é executada nos shows e isso é o diferencial da banda. Você nunca sabe o que eles vão tocar, o que torna cada concerto uma experiência única.
Por isso digo que se eu for a um show de uma determinada banda, não vou querer saber qual será o repertório que eles estão tocando na turnê, ou qual foi o do último show em tal país ou cidade, justamente para manter a sensação de surpresa quando subirem ao palco o que eu acredito que torna cada show independente de qual artista seja, uma experiência singular.
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Crítica: As Aventuras de Tintin ( The adventures of Tintin, EUA, 2011)
Confesso que estava curioso quanto à este filme, afinal de contas é a reunião de dois diretores fantásticos: Peter Jackson ( o responsável pela trilogia O Senhor dos Anéis) e ninguém mais ninguém menos que Steven Spielberg que dispensa apresentações. Os dois são aficionados pela obra de Hergé e coube ao renomado Spilberg realizar esse longa.
A película mostra o bravo repórter e detetive nas horas vagas Tintin em busca do segredo de um antigo navio, o Licorne. Na sua busca para desvendar esse mistério, ele conta com a ajuda do capitão Haddock, um marinheiro que é ancestral do dono do navio. No entanto, a dupla enfrenta bandidos liderados por um misterioso homem chamado Sakharine, que também está ligado ao passado do capitão. Claro que não poderiam faltar também os atrapalhados detetives Dupont e Dupond.
A animação é muito bem feita e só mostra como esses longas evoluíram. Os movimentos dos personagens são perfeitos,dá p/ ver até o cuspe saindo da boca dos personagens. Méritos para a WETA ( empresa de efeitos especiais responsáveis pelos efeitos dos filmes de Jackson) que mais uma vez fez um belíssimo trabalho.
O elenco do filme também é outra atração à parte. Jamie Bell fez um bom trabalho no papel do protagonista e o trio Andy Serkis, que faz o Capitão Haddock, Nick Frost e Simon Pegg, que interpreta a dupla de detetives são responsáveis pelos momentos cômicos do longa.
As cenas de ação merecem destaque, em especial a cena em Marrocos, pois ela é bem ágil e tensa e é bem a cara de Spielberg, e que lembra os melhores momentos dos filmes do cineasta. Em especial, a saga Indiana Jones.
Vale ressaltar também que esse é um dos melhores filmes de Spielberg, que mostra aqui não ter perdido o jeito para fazer filmes voltados mais para a família, como seus melhores trabalhos como a saga citada acima e os filmes feitos durante os anos 80 e esperamos que a continuação, que dessa vez deve ser dirigida por Jackson e produzida por Spielberg consiga manter o padrão de qualidade alcançado nesse longa.
A película mostra o bravo repórter e detetive nas horas vagas Tintin em busca do segredo de um antigo navio, o Licorne. Na sua busca para desvendar esse mistério, ele conta com a ajuda do capitão Haddock, um marinheiro que é ancestral do dono do navio. No entanto, a dupla enfrenta bandidos liderados por um misterioso homem chamado Sakharine, que também está ligado ao passado do capitão. Claro que não poderiam faltar também os atrapalhados detetives Dupont e Dupond.
A animação é muito bem feita e só mostra como esses longas evoluíram. Os movimentos dos personagens são perfeitos,dá p/ ver até o cuspe saindo da boca dos personagens. Méritos para a WETA ( empresa de efeitos especiais responsáveis pelos efeitos dos filmes de Jackson) que mais uma vez fez um belíssimo trabalho.
O elenco do filme também é outra atração à parte. Jamie Bell fez um bom trabalho no papel do protagonista e o trio Andy Serkis, que faz o Capitão Haddock, Nick Frost e Simon Pegg, que interpreta a dupla de detetives são responsáveis pelos momentos cômicos do longa.
As cenas de ação merecem destaque, em especial a cena em Marrocos, pois ela é bem ágil e tensa e é bem a cara de Spielberg, e que lembra os melhores momentos dos filmes do cineasta. Em especial, a saga Indiana Jones.
Vale ressaltar também que esse é um dos melhores filmes de Spielberg, que mostra aqui não ter perdido o jeito para fazer filmes voltados mais para a família, como seus melhores trabalhos como a saga citada acima e os filmes feitos durante os anos 80 e esperamos que a continuação, que dessa vez deve ser dirigida por Jackson e produzida por Spielberg consiga manter o padrão de qualidade alcançado nesse longa.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Especial Star Wars
Olá pessoal!!!!!!!!!!! Aproveitando a estréia do Episódio 1 em 3D, resolvi fazer um apanhado geral da saga e fazer uma breve crítica sobre cada um dos filmes. Vou seguir a ordem em que os filmes foram lançados, então QUE A FORÇA ESTEJA COM VOCÊS
STAR WARS- EPISÓDIO IV: UMA NOVA ESPERANÇA ( Star Wars: Episode IV- A New Hope, EUA,1977)
Esse filme foi um marco na história do cinema e em especial dos efeitos especiais. O filme, lançado em 1977 foi uma aposta da Fox, que a princípio não acreditou que esse filme pudesse fazer sucesso, mas o tempo provou que estavam errados. Com cenas de tirar o fôlego, como as batalhas espaciais, que se tornaram marca registrada da série, aqui vemos um jovem, chamado Luke Skywalker, que é recrutado pela Aliança Rebelde para salvar a Princesa Léia, tida como refém pelo temido Darth Vader. Uma das cenas mais polêmicas ( e que infelizmente o diretor George Lucas fez o favor de modificar) é a do mercenário Han Solo em que ele atira em Greedo, um traficante espacial. Na versão original, Solo claramente atira nele primeiro e já na versão remasterizada, lançada 20 anos depois, Lucas modificou a cena fazendo com que Greedo atirasse primeiro e Han revidasse e isso matou toda a graça do personagem de Harrison Ford, já que Solo é conhecido por ser rude. Veja abaixo o trailer original do filme e em seguida a cena original e a versão modificada
STAR WARS- EPISÓDIO V: O IMPÉRIO CONTRA-ATACA (Star Wars: Episode Y: The Empire Strikes Back, EUA 1980)
Esse é considerado não só pelos fãs, mas por muita gente como o melhor filme da saga e também como um dos melhores filmes de ação de todos os tempos. Com um tom mais sombrio que o anterior, e também com outro diretor ( Lawrence Kasdan), já que Lucas nesse filme é apenas o produtor, a saga de Luke para se tornar um Jedi continua. As cenas de ação são ainda melhores, em especial a cena da neve contra os robôs e a batalha entre Luke e Darth Vader. Essa cena é uma das mais célebres da saga. Como não ficar arrepiado na cena em que Vader revela a Luke que é o seu pai? Esse também é o filme com um dos melhores finais de todos os filmes da saga. Confira abaixo o trailer:
STAR WARS- EPISÓDIO VI: O RETORNO DE JEDI (Star Wars- Episode VI; The Return Of the Jedi)
Eu considero esse como um dos filmes mais fracos da saga. Com um tom mais infantil ( mas não tanto como o Episódio I), aqui vemos como termina a saga de Luke. Após os acontecimentos do filme anterior, o jovem descobre que para se tornar um Jedi, ele terá que enfrentar Vader novamente para enfim, se tornar um cavaleiro Jedi. Os destaques desse filme ficam para a batalha final entre a Aliança Rebelde e a nova Estrela da Morte ( a base Imperial)e claro, a luta entre Vader e Luke. Confira abaixo o trailer:
STAR WARS- EPISÓDIO 1: A AMEAÇA FANTASMA (Star Wars-Episode I; The Phantom Menace, EUA,1999)
E eis aqui o filme que originou esse post. Considerado por muitos como o pior filme da saga, p/ mim esse Episódio I foi uma tremenda decepção. Dezesseis anos depois de Retorno de Jedi, George Lucas retorna a direção com um filme infantil ao extremo e quase sem cenas de ação. Pouca coisa se destacou aqui: os pontos altos são Liam Neeson como o Jedi Qui Gon Jinn e Ewan McGregor que faz aqui o jovem aprendiz Jedi Obi Wan Kenobi ( interpretado na trilogia inicial por Sir Alec Guiness), a corrida de pods em Tattoine e o vilão ( mal aproveitado por sinal) Darth Maul. A luta entre os jedis e o lord Sith ( o chamado "Lado negro da Força") é o melhor momento do filme. Mas, se teve gente que criticou os Ewoks em O Retorno de Jedi por outro lado deve ter se lamentado pelo cineasta colocar algo pior no filme: Jar Jar Binks. ô criaturinha IRRITANTE. Os Ewoks pelo menos eram mais divertidos que essa coisa. Outro ponto criticado foi a escolha de Jake Lloyd para o papel de Anakin Skywalker, que futuramente se tornaria Darth Vader. O garoto, que por sinal não sabe atuar, se mostrou tão irritante quanto Jar Jar. Esse filme fez com que muitos fãs ficassem desesperançosos quanto aos outros filmes da saga.
STAR WARS-EPISÓDIO II: O ATAQUE DOS CLONES ( Star Wars- Episode II: Attack Of The Clones, EUA,2002)
Depois de ter errado a mão no filme anterior, parece que Lucas aprendeu a lição nesse aqui. Com um tom mais sombrio do que o longa anterior, aqui vemos Anakin já como um aprendiz Jedi e dessa vez a trama gira em torno de uma tentativa de assassinato da Rainha Amidala. Aqui vemos como Anakin e Amidala se apaixonam, e é dessa união é que nascem os gêmeos Luke e Léia, da trilogia clássica. Enquanto boa parte do filme mostra o relacionamento entre os dois jovens, a outra metade é justamente o que os fãs esperam da saga. A parte da investigação de Obi Wan sobre o atentado é bem melhor que o "Momento Malhação" que é o amor do jovem casal. Nesse filme vemos o porque que Yoda é considerado como "O mestre". A cena em que ele luta com o Conde Dooku é sensacional. O final do longa também é sensacional, com a Marcha Imperial, imortalizada pelo mestre John Williams.
STAR WARS-EPISÓDIO 3: A VINGANÇA DOS SITH ( Star Wars-Episode III: Revenge of The Sith, EUA,2005)

Dos três filmes lançados dessa nova trilogia, esse é o melhor. Aqui vemos como Anakin se transformou em Darth Vader. Utilizando o mesmo tom sombrio do anterior, vemos como o jovem Anakin, depois de realizar o seu sonho de ser um cavaleiro Jedi sucumbe ao poder do Lado Negro da Força. O longa tem diversos bons momentos como a visita ao planeta Kashyyyk, onde pela vemos os Wookies ( a raça de Chewbacca ,parceiro de Han Solo, que aparece na trilogia original) e claro, a cena onde Anakin deixa de ser um Jedi, para finalmente se tornar um Lorde Sith, onde ele entra numa academia de jovens aprendizes e simplesmente massacra a todos que lá estão. Mas o ponto alto e também, o mais esperado pelos fãs é sem dúvida nenhuma o duelo entre Anakin e Obi Wan,que ficou simplesmente sensacional. Um momento de arrepiar é quando,depois desse duelo, Anakin ressurge vestindo a armadura de Darth Vader, e com direito ao vozeirão de James Earl Jones ( que dublou o vilão na trilogia original) e a Marcha Imperial.
Depois desse filme, George Lucas disse que não faria os episódios VII,VIII e IX, como havia previsto originalmente e que a saga continuaria em formato de série de TV e que focaria o que acontece entre os episódios III e IV, porém seria focado em personagens secundários e não na família Skywalker, como nos filmes. Recentemente, o cineasta anunciou a sua aposentadoria dos blockbusters. Ele também disse que entregaria a saga a diretores novatos para dirigirem os episódios da vindoura série. Agora é esperar e torcer para que essa série não manche o nome da saga.
Bom, no mais é isso ai e QUE A FORÇA ESTEJA COM VOCÊS!!!!!!!!!
STAR WARS- EPISÓDIO IV: UMA NOVA ESPERANÇA ( Star Wars: Episode IV- A New Hope, EUA,1977)
Esse filme foi um marco na história do cinema e em especial dos efeitos especiais. O filme, lançado em 1977 foi uma aposta da Fox, que a princípio não acreditou que esse filme pudesse fazer sucesso, mas o tempo provou que estavam errados. Com cenas de tirar o fôlego, como as batalhas espaciais, que se tornaram marca registrada da série, aqui vemos um jovem, chamado Luke Skywalker, que é recrutado pela Aliança Rebelde para salvar a Princesa Léia, tida como refém pelo temido Darth Vader. Uma das cenas mais polêmicas ( e que infelizmente o diretor George Lucas fez o favor de modificar) é a do mercenário Han Solo em que ele atira em Greedo, um traficante espacial. Na versão original, Solo claramente atira nele primeiro e já na versão remasterizada, lançada 20 anos depois, Lucas modificou a cena fazendo com que Greedo atirasse primeiro e Han revidasse e isso matou toda a graça do personagem de Harrison Ford, já que Solo é conhecido por ser rude. Veja abaixo o trailer original do filme e em seguida a cena original e a versão modificada
STAR WARS- EPISÓDIO V: O IMPÉRIO CONTRA-ATACA (Star Wars: Episode Y: The Empire Strikes Back, EUA 1980)
Esse é considerado não só pelos fãs, mas por muita gente como o melhor filme da saga e também como um dos melhores filmes de ação de todos os tempos. Com um tom mais sombrio que o anterior, e também com outro diretor ( Lawrence Kasdan), já que Lucas nesse filme é apenas o produtor, a saga de Luke para se tornar um Jedi continua. As cenas de ação são ainda melhores, em especial a cena da neve contra os robôs e a batalha entre Luke e Darth Vader. Essa cena é uma das mais célebres da saga. Como não ficar arrepiado na cena em que Vader revela a Luke que é o seu pai? Esse também é o filme com um dos melhores finais de todos os filmes da saga. Confira abaixo o trailer:STAR WARS- EPISÓDIO VI: O RETORNO DE JEDI (Star Wars- Episode VI; The Return Of the Jedi)
Eu considero esse como um dos filmes mais fracos da saga. Com um tom mais infantil ( mas não tanto como o Episódio I), aqui vemos como termina a saga de Luke. Após os acontecimentos do filme anterior, o jovem descobre que para se tornar um Jedi, ele terá que enfrentar Vader novamente para enfim, se tornar um cavaleiro Jedi. Os destaques desse filme ficam para a batalha final entre a Aliança Rebelde e a nova Estrela da Morte ( a base Imperial)e claro, a luta entre Vader e Luke. Confira abaixo o trailer:
STAR WARS- EPISÓDIO 1: A AMEAÇA FANTASMA (Star Wars-Episode I; The Phantom Menace, EUA,1999)
E eis aqui o filme que originou esse post. Considerado por muitos como o pior filme da saga, p/ mim esse Episódio I foi uma tremenda decepção. Dezesseis anos depois de Retorno de Jedi, George Lucas retorna a direção com um filme infantil ao extremo e quase sem cenas de ação. Pouca coisa se destacou aqui: os pontos altos são Liam Neeson como o Jedi Qui Gon Jinn e Ewan McGregor que faz aqui o jovem aprendiz Jedi Obi Wan Kenobi ( interpretado na trilogia inicial por Sir Alec Guiness), a corrida de pods em Tattoine e o vilão ( mal aproveitado por sinal) Darth Maul. A luta entre os jedis e o lord Sith ( o chamado "Lado negro da Força") é o melhor momento do filme. Mas, se teve gente que criticou os Ewoks em O Retorno de Jedi por outro lado deve ter se lamentado pelo cineasta colocar algo pior no filme: Jar Jar Binks. ô criaturinha IRRITANTE. Os Ewoks pelo menos eram mais divertidos que essa coisa. Outro ponto criticado foi a escolha de Jake Lloyd para o papel de Anakin Skywalker, que futuramente se tornaria Darth Vader. O garoto, que por sinal não sabe atuar, se mostrou tão irritante quanto Jar Jar. Esse filme fez com que muitos fãs ficassem desesperançosos quanto aos outros filmes da saga.
STAR WARS-EPISÓDIO II: O ATAQUE DOS CLONES ( Star Wars- Episode II: Attack Of The Clones, EUA,2002)
Depois de ter errado a mão no filme anterior, parece que Lucas aprendeu a lição nesse aqui. Com um tom mais sombrio do que o longa anterior, aqui vemos Anakin já como um aprendiz Jedi e dessa vez a trama gira em torno de uma tentativa de assassinato da Rainha Amidala. Aqui vemos como Anakin e Amidala se apaixonam, e é dessa união é que nascem os gêmeos Luke e Léia, da trilogia clássica. Enquanto boa parte do filme mostra o relacionamento entre os dois jovens, a outra metade é justamente o que os fãs esperam da saga. A parte da investigação de Obi Wan sobre o atentado é bem melhor que o "Momento Malhação" que é o amor do jovem casal. Nesse filme vemos o porque que Yoda é considerado como "O mestre". A cena em que ele luta com o Conde Dooku é sensacional. O final do longa também é sensacional, com a Marcha Imperial, imortalizada pelo mestre John Williams.
STAR WARS-EPISÓDIO 3: A VINGANÇA DOS SITH ( Star Wars-Episode III: Revenge of The Sith, EUA,2005)

Dos três filmes lançados dessa nova trilogia, esse é o melhor. Aqui vemos como Anakin se transformou em Darth Vader. Utilizando o mesmo tom sombrio do anterior, vemos como o jovem Anakin, depois de realizar o seu sonho de ser um cavaleiro Jedi sucumbe ao poder do Lado Negro da Força. O longa tem diversos bons momentos como a visita ao planeta Kashyyyk, onde pela vemos os Wookies ( a raça de Chewbacca ,parceiro de Han Solo, que aparece na trilogia original) e claro, a cena onde Anakin deixa de ser um Jedi, para finalmente se tornar um Lorde Sith, onde ele entra numa academia de jovens aprendizes e simplesmente massacra a todos que lá estão. Mas o ponto alto e também, o mais esperado pelos fãs é sem dúvida nenhuma o duelo entre Anakin e Obi Wan,que ficou simplesmente sensacional. Um momento de arrepiar é quando,depois desse duelo, Anakin ressurge vestindo a armadura de Darth Vader, e com direito ao vozeirão de James Earl Jones ( que dublou o vilão na trilogia original) e a Marcha Imperial.
Depois desse filme, George Lucas disse que não faria os episódios VII,VIII e IX, como havia previsto originalmente e que a saga continuaria em formato de série de TV e que focaria o que acontece entre os episódios III e IV, porém seria focado em personagens secundários e não na família Skywalker, como nos filmes. Recentemente, o cineasta anunciou a sua aposentadoria dos blockbusters. Ele também disse que entregaria a saga a diretores novatos para dirigirem os episódios da vindoura série. Agora é esperar e torcer para que essa série não manche o nome da saga.
Bom, no mais é isso ai e QUE A FORÇA ESTEJA COM VOCÊS!!!!!!!!!
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Resenha: Van Halen- A Different Kind of Truth
Foram anos de espera por um novo trabalho de Eddie Van Halen. O último trabalho havia sido o fraco Van Halen III, ainda com Gary Cherone. Desde que David Lee Roth voltou a banda em 2007, os fãs esperavam por material novo dos caras e eis que finalmente saiu esse novo petardo dos caras.
Intitulado A Different Kind of Truth, esse novo trabalho, produzido pela banda e John Shanks traz 13 faixas do mais puro Rock N' Roll. Logo de cara, o cd já abre com "Tattoo", que foi a primeira música liberada pela banda. Essa é uma pedrada, e tem um refrão contagiante. A faixa seguinte " She's The Woman" já vinha sendo tocada nos shows e mostra o talento de Wolfgang, filho de Eddie Van Halen no baixo. Outro destaque é a faixa " China Town", uma das mais pesadas do álbum. Ela abre com um belo solo,e em seguida um riff devastador. Outro destaque é a faixa "Blood & Fire", que lembra bastante os trabalhos da carreira solo de David Lee Roth, em especial o cd Eat'em and Smile. É uma faixa bem alto astral, como as músicas antigas da banda. " Bullethead" é outra faixa extremamente pesada, um Hard Rock de primeira. As faixas "Stay Frosty" e "The Trouble With Never" também merecem destaque.
Vale destacar também a ótima forma que está David Lee Roth. O cara continua cantando muito bem, não deixando a peteca cair em momento nenhum. Wolfgang é outro destaque. Como já disse anteriormente, o moleque mostra que é um excelente baixista, honrando o sobrenome que tem. Claro que Michael Anthony faz falta, principalmente pelos seus backing vocals, que são um dos melhores da história do Rock. Sem contar, Eddie, que mesmo não sendo mais tão brilhante como antigamente ainda é capaz de criar solos e riffs matadores.
Em suma, A Different Kind Of Truth é um excelente trabalho da banda, que mostrou a todos que ainda é capaz de lançar ótimos álbuns e que ainda tem fôlego para continuarem na ativa por muitos anos e tomara que continuem assim.
Intitulado A Different Kind of Truth, esse novo trabalho, produzido pela banda e John Shanks traz 13 faixas do mais puro Rock N' Roll. Logo de cara, o cd já abre com "Tattoo", que foi a primeira música liberada pela banda. Essa é uma pedrada, e tem um refrão contagiante. A faixa seguinte " She's The Woman" já vinha sendo tocada nos shows e mostra o talento de Wolfgang, filho de Eddie Van Halen no baixo. Outro destaque é a faixa " China Town", uma das mais pesadas do álbum. Ela abre com um belo solo,e em seguida um riff devastador. Outro destaque é a faixa "Blood & Fire", que lembra bastante os trabalhos da carreira solo de David Lee Roth, em especial o cd Eat'em and Smile. É uma faixa bem alto astral, como as músicas antigas da banda. " Bullethead" é outra faixa extremamente pesada, um Hard Rock de primeira. As faixas "Stay Frosty" e "The Trouble With Never" também merecem destaque.
Vale destacar também a ótima forma que está David Lee Roth. O cara continua cantando muito bem, não deixando a peteca cair em momento nenhum. Wolfgang é outro destaque. Como já disse anteriormente, o moleque mostra que é um excelente baixista, honrando o sobrenome que tem. Claro que Michael Anthony faz falta, principalmente pelos seus backing vocals, que são um dos melhores da história do Rock. Sem contar, Eddie, que mesmo não sendo mais tão brilhante como antigamente ainda é capaz de criar solos e riffs matadores.
Em suma, A Different Kind Of Truth é um excelente trabalho da banda, que mostrou a todos que ainda é capaz de lançar ótimos álbuns e que ainda tem fôlego para continuarem na ativa por muitos anos e tomara que continuem assim.
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